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Publicado em 13 de dezembro de 2016

Coluna Almanaque - SEGUNDO MANIFESTO NA MESA DO BAR DO CLÓVIS

Por Fábio Marques
Por Fábio Marques

Tendo em vista as críticas tanto contrárias como também favoráveis ao artigo
“Manifesto na Mesa do Bar” resolvi dar mais uma queixadinha. Afinal, a função do jornalista crítico é orientar o povo e não ludibria-lo para manter o status-quo, que interessa apenas para alguns canalhas, hipócritas e malandros. Sim, me refiro aqueles que abandonam seus valores e convicções em troca de prestígio e bufunfa.
Diferente de muita gente, inclusive amigos que considero pacas, não sou desses que ficam se preocupando se o Louis Hamilton vai ultrapassar o Kimi Raikonen, se a seleção do Brasil vai vencer próximo amistoso com a seleção do Kuwait ou se o carro do fulano é mais moderno que o do sicrano. Meu negócio é política, cerveja, tira-gosto, música de alto nível e boas conversas.
Tenho notado já há algum tempo que a caterva tucana e os bandidos da mala preta a serviço do capital mundial procuram formas de instalar o caos através de alardes e paranóias politiqueiras. Calm down Lion! Sossega leão! É preciso que se diga que o povo hoje com um salário mínimo compra duas vezes mais o que comprava na saudosa época de FHC. Hoje o povo está comendo mais. Isto é público e notório, dispensa prova em juízo.
Também não é preciso um Roubômetro para avaliar quem roubou mais: FHC com a privataria roubou 10.000 vezes mais do que os desvios do Governo petista. Tivesse ainda FHC no poder, com certeza a Petrobrás hoje já teria virado American Oil. PSDB: Pornô State Dilapidêite Bíusines. Paus e xoxotas no puteiro da mercança.
Meu amigo César Moretti, perito da Polícia Civil, há algum tempo me perguntou sobre um ex-colega de copo: “Me diz uma coisa, esse teu chegado é PSDB?”. Respondi: “Vamos ter que dar um desconto, o rapazinho nunca teve o engajamento político que nós tivemos. Conheceu política depois que se enturmou com a gente, daí que para se sentir seguro resolveu optar por uma bandeira sem nenhum ideário”. “Mas que toupeira”. disse o perito. “Acho que é tucano”. Corrigi.
Conheço dois tipos de tucanos. Quando vou ao Pacaas Novos costumo ver uns aqui e ali trepados em cima das árvores à espreita. Um outro tipo de tucano a gente vê quando visita o Itaúba Hotel lá na Bolívia. Mas estes estão enjaulados no mini-zoológico que dispõe este balneário. A metáfora explica: quando não estão em cima do muro à espera da melhor chance de tirar proveito, os tucanos estão atrás das grades. Ou pelo menos deveriam estar.
Alvíssaras: o Papa da piscicultura em Guajará-Mirim Toninho Nogueira, um dos raros, célebres e incomuns Self-made-mans da história comercial municipal, deverá apoiar a candidatura de Rodrigo Nogueira nas eleições que hoje encontram-se sub-judice devido ao excesso de vaidade egóica e falta de responsabilidade com a cidade de fulanos e sicranos com fissura na parada. Não que tenha alguma coisa a ver com progênie, DNA de filiação, grau de parentesco, herança genética, mas sim com a filosofia da razão crítica, lógica e superior. Ah, falando nisso, amigo Toninho, por acaso tens aí duzentas pratas para me emprestar?
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