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Publicado em 28 de dezembro de 2016

Coluna Almanaque - DE VOLTA PARA O FUTURO

Por Fábio Marques.
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Por Fábio Marques
Com a decisão da Justiça em Brasília sobre o impasse das eleições em Guajará-Mirim, novas conversas e novos acordos começam a se desenhar no mosaico político municipal. Caberá de agora em diante às pessoas de passado exemplar, íntegras e de boas intenções corrigir o caos e a lambança que descambou no estágio em que se encontra todo o processo eletivo.
Por mais errados os caminhos a que a maioria da população tenha se deixado embrenhar, o martelo da Justiça nesta pendenga acabou servindo de modelo e inspiração para dias melhores na Cidade Pérola. Afinal, era preciso que houvesse um esbarro na bagunça que se instalou após o cômputo dos votos à prefeito no pleito eletivo de 2016.
Mas passado o temporal, também é passada a hora de responsabilizar fulanos e sicranos pelo inferno astral que acabou sobrando após as eleições. Por conta desta confusão, todos os cidadãos estão passando por dúvidas, apreensões e até tormentos em relação ao futuro da cidade. Um governo está de saída e até o instante presente não ocorreu a chamada transição.
O problema é que aqui, na maneira de raciocinar de alguns leprosos morais, quanto mais o oponente político se estrepar, melhor. Mesmo que com o inimigo político toda a população se estrepe. “Experts” na arte de ludibriar, estes abutres manipulam com maestria as emoções da plebe ignara. Eternos caras-de-pau, enganam, enrolam e seduzem mentes e corações de pessoas ingênuas. Um exemplo clássico deste espectro é o que ocorreu nesta eleição.
Na política há certos fatos e eventos que não dependem da vontade humana, mas que no entanto podem ser guiados ou mudados por esta vontade. Portanto é chegada a hora de fazermos alguma coisa por nossa cidade, a começar pela imprensa na utilização de seu papel de formação de opinião e de denúncia no que diz respeito à esta situação. Os jornalistas e radialistas poderiam, por exemplo, se utilizar de seus veículos de mídia para ensinar a população os conceitos básicos de cidadania com o objetivo de não se deixar enganar pelos escrotos de plantão ou pelos cupinchas destes escrotos, visando a eleição de crápulas cujos atos e atitudes refletem as piores práticas políticas ainda em vigor.
Dos escombros deste episódio ainda há muita coisa a se reparar. Em especial às distorções e mentiras passadas para a população em formas de verdades absolutas. Então que a população também consiga extrair deste teatro macabro exemplos que resultem em efeitos positivos para a prática cotidiana com a atuação dos homens públicos. Quem sabe assim aprendam a votar em pessoas de forma consciente e responsável para com o destino da cidade. Se não queremos mais ficar morrendo na praia, vamos despoluí-la dos coliformes e das mentiras políticas.
Sei que pensar assim dá trabalho, atinge consciências, desgosta algumas pessoas, acaba ferindo o orgulho e a vaidade de muita gente, comporta riscos e ameaças; mas evita o ridículo e mediocridade.
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Desejo de coração aos caros amigos leitores um próximo ano de muita paz, harmonia, saúde, felicidade e dinheiro sobrando. Isto é o que importa.

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