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Publicado em 16 de dezembro de 2016

Coluna Almanaque - CASO DE POLÍCIA

Por Fábio Marques
Por Fábio Marques
Por enquanto nada de política. Somente algumas histórias passadas de boteco para boteco naquelas horas de êxtase, embriaguês e felicidade etílica, algumas tidas como fatos verídicos e outras fictícias ou a merecer crédito de fulanos e beltranos. Aliás, felizes daqueles que tem histórias como estas para compartir com os amigos. E mais felizes ainda aqueles que sabem rir de si mesmo e de suas histórias. Saber rir de si mesmo é não se levar tão a sério, é viver com mais liberdade. E vou sorrindo com minhas histórias, fictícias ou não.
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O policial foi solicitado para atender uma ocorrência de estupro. Prendeu o autor. Na acareação frente a frente com o delegado o nosso amigo apresenta os envolvidos. A seu lado, a vítima, uma jovem de 17 anos, e ao lado dela uma testemunha. O delegado olha para a testemunha e pergunta, pois não vira o nome dela no rol de ocorrência:
- A senhora também foi arrolada?
O policial olha para o lado, aponta para a jovem vítima e intervém:
- Não doutor. Só quem levou a rola foi ela.
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Morreu um policial durante o serviço e todos estavam preocupados em como dar a notícia à esposa. De repente um voluntário se prontifica. Algum tempo depois ele retornou e disse como foi que fez.
- Cheguei na residência, bati palmas e uma senhora me atendeu. Mantivemos o seguinte diálogo:
- A senhora que é a viúva do policial Pessanha?
- Não senhor, sou a esposa dele!
- A senhora tem certeza que não é a viúva?
- É claro que eu tenho certeza!
Ele então arrematou:
- Quer apostar?
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Aquele policial sairia do serviço às sete da manhã, porém naquele sábado por não haver viatura, foi liberado antes, à meia-noite e meia. Por isso neste mesmo dia acabou chegando em casa por volta de 1 hora da madrugada. Ao chegar, encontra na porta um bilhete que dizia: “Querido, fui à feira. Volto já”.
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Dos livros de ocorrências: “Senhor delegado, deu entrada no Pronto Socorro do Regional, um cidadão vítima de gargalhada. Gargalhada no peito, no rosto e nas costas. Segue anexo o gargalho da garrafa”.
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“Os anexos seguem em separado”.
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“O meliante estava de posse de uma bicicleta do sexo feminino”.
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“Entre os bens de penhora, foram confiscados uma máquina de lavar roupa suja em casa e uma mesa de comer velhinha de quatro pés”.
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Saideira: Uma respeitada senhora moradora da Avenida Beira-rio foi se queixar ao delegado que alguns meninos estavam tomando banho pelados na cachoeira do Rio Mamoré que passa no quintal da casa dela. O delegado mandou os meninos tomarem banho mais adiante. No dia seguinte foi de novo procurado pela senhora, dizendo que os moleques continuavam mergulhando pelados. – “Não é possível minha senhora, eles agora estão nadando longe de sua casa, lá na praia! Não podem ser visto da sua janela”. E a senhora: - “Da janela não, mas subindo no telhado eu ainda consigo ver os meninos pelados”.
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