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Publicado em 2 de dezembro de 2016

Agevisa identifica 53 casos de tracoma em estudantes de Guajará-Mirim

Exames gratuitos foram realizados em alunos de escolas públicas. Número de casos é considerado alto e representa 5% do público consultado.
Segundo Agevisa,  53 pacientes foram diagnosticados com tracoma 
Durante a execução de exames gratuitos realizados em escolas públicas de Guajará-Mirim, a 330 quilômetros de Porto Velho, esta semana, 53 casos de tracoma foram identificados pela Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa).
De acordo com o órgão, 1.336 alunos de 5 a 14 anos, de três escolas das redes municipal e estadual foram examinados desde a última terça-feira (29) e foram diagnosticados 53 casos confirmados da doença, um número que é considerado alarmante. Exames para detecção de hanseníase e verme também foram disponibilizados durante os atendimentos.
A gerente da vigilância epidemiológica do estado, Carmelita Ribeiro, explica que a ação é feita em 26 cidades do estado através do 'Programa Brasil Sem Miséria', do Governo Federal. Segundo ela, os 53 casos constatados são alarmantes, devido a doença ser altamente contagiosa. O número representa aproximadamente 5% dos pacientes examinados no município.
"O tracoma é uma doença oftálmica, que afeta a conjuntiva, córnea dos olhos e pálpebras, levando a uma inflamação crônica e pode causar cegueira total. É transmitida pelo contato direto com secreções oculares, nasais e bucais, além de objetos que entraram em contato com as secreções de pessoas contaminadas. É a terceira doença que mais causa cegueira, principalmente nessa faixa etária", comentou a servidora.
Carmelita informou ainda que os alunos que foram diagnosticados com a doença levarão uma ficha para os pais e serão encaminhados para o posto de saíde localizado no Bairro 10 de Abril, na próxima segunda-feira (5), para receber uma dose única da vacina. Além disso, toda a família também deve ser examinada, como forma de prevenção.
"Uma vez que o paciente foi diagnosticado, ele recebe um antibiótico e tem que ser encaminhado para tomar a dose única em uma unidade de saúde. Os familiares também precisam tomar, pois em casa geralmente as pessoas compartilham objetos como toalhas e lençóis, o que pode ser um meio de contaminação. É importante dizer que a doença tem tratamento e cura", ressalta.
A ação está prevista para se estender até a próxima sexta-feira (2), com objetivo de eliminar o tracoma como a causa de cegueira, principalmente entre crianças e adolescentes.


Fonte: G1.
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