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Publicado em 29 de novembro de 2016

O atacante rondoniense Silvinho, atuou na Chapecoense-SC no início de 2016, mas após receber proposta foi atuar em um time da Coreia em julho deste ano, deixando o Brasil para atuar no futebol internacional. Mesmo com o desligamento do clube de Santa Catarina, Silvio comenta que a amizade com os jogadores e dirigentes do clube permaneceu e que até mesmo uma viagem tinha sido marcada entre alguns atletas, para quando voltassem da Colômbia. 


Desabafo do atacante rondoniense Silvinho que jogou no Chapecoense início de 2016 (Foto: Divulgação facebook )Desabafo do atacante rondoniense Silvinho que jogou no Chapecoense início de 2016 (Foto: Reprodução/ Facebook )
- Perdi amigos de forma trágica. Fiz irmãos na Chapecoense e hoje viver essa situação é muito ruim, estou abalado e sem palavras pois ainda não consigo acreditar no ocorrido. Quando me desliguei do time foi muito difícil, pois nossa parceria era muito grande, e mesmo com esse desligamento falava com boa parte dos jogadores praticamente todos os dias. 
O atacante deixou o clube no meio do ano após receber uma proposta de salário mais alto, e chegou a pensar em permanecer na Chapecoense até o encerramento do contrato, que seria em dezembro deste ano. 

Silvinho lamenta a dor dos familiares e conta que Cleber Santana era amigo íntimo de sua família, e que o jogador estava confiante para partida contra o Atlético Nacional que aconteceria nesta quarta-feira, 30.

Uma viagem de confraternização entre os amigos Silvinho, Cleber Santana, Kempes, Dener, Tiego e Felipe Machado estava marcada para dia 7 de dezembro para Punta Cana na República Dominicana. O atacante rondoniense afirma que horas antes da partida para o jogo na Colômbia ajustaram os detalhes da viagem. 
- Estávamos planejando nossa viagem de confraternização, e marcamos para dia 7 de dezembro, nunca imaginamos que nossos planos seriam interrompidos dessa maneira. É uma dor imensurável, sinto como se parte de mim estivesse sido arrancada. Penso nas famílias, a maioria estão com filhos pequenos. Nossas vivências em campo e fora dele passam como um filme na minha mente. 
O atacante que deixou Chapecoense em julho de 2016 desabafou em sua rede social o lamento pelo acidente que vitimou 76 pessoas entre jogadores, jornalistas e comissão técnica do time. 

Fonte: Globo Esporte.


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