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Publicado em 15 de novembro de 2016

Coluna Almanaque - O DIABO A QUATRO

Por Fábio Marques.
Por Fábio Marques
A disputa pela cadeira da presidência da Câmara Municipal para o biênio 2017-2018 tem deixado gente sem escrúpulos, mas de alto coturno na política da cidade, à beira de um colapso nervoso a ponto até de colocar seus projetos de controle da Casa de Leis por água abaixo tanto pela afobação como pela falta de traquejo na condução dos conchavos.
Uma coisa está patente: o que antes se trovoava como coalizão, acabou virando colisão. A imposição de posições de alguns eleitos e a ingerência de pessoas que estão fazendo o diabo a quatro pelo manejo da coisa, culminou no desmonte de uma construção política com fissura na parada. Agora, com o elenco em frangalhos, está ficando cada dia mais difícil reunir os destroços do estrago causado por algumas entrevistas bombásticas de caciques e coronéis com apetite no pleito, em que problemas pessoais e desaforos tomaram o espaço do diálogo cordial e amistoso em prol da cidade.
Os efeitos ruinosos de tais entrevistas causaram um abalo sísmico nas relações políticas locais e cujas fraturas expostas parecem não ter mais jeitos e nem maneiras de se consertar. Hoje todas as apostas políticas em relação a esta eleição se concentram no nome do ex-chefe de Gabinete da prefeitura e vereador reeleito Sérgio Bouez que, a depender da posição propícia dos ventos, deverá pilotar com acerto e destreza a máquina da Câmara Municipal.
“Duela a quien duela”, pela sua habilidade e elegância ao negociar acordos políticos, Sérgio Bouez sai na “pole-position” nesta corrida.
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Semana passada fiquei sabendo através de fontes seguras que minha estadia neste planeta estaria com os dias contados. Segundo informes, uma figura do metié político parece ter ficado com piti nervoso por causa de um artigo levado ao ar nos sites da cidade. Numa conversa cavernal durante a última campanha, o cidadão teria deixado escapar sua vontade de despachar este pobre escriba para os quintos do inferno.
Os tempos mudaram. Já não se trabalha a política com estes métodos medievais. Lógico que ainda existe uma propensão muito grande em escutar com agrado palavras elogiosas e se aborrecer diante de críticas e acusações. Mas se este nobre gentleman deseja acabar comigo devido a eventuais exageros da pesada caneta que carrego, porque não o faz de maneira legal através de um processo? Para todas as calúnias temos atos processuais e punições severas. Estas seriam as armas que este solerte cidadão deveria utilizar contra minha pessoa. Mas não. Muito distante de se orientar pelo trajeto da retidão, este garboso fidalgo prefere se aconselhar com a desgraça e se fazer conhecer pela violência e arrogância.
Guajará-Mirim no momento não precisa de pessoas desta essência humana para a política da cidade. Guajará-Mirim precisa de gente que venha somar e apresentar novas fronteiras e novos horizontes. A cidade precisa ajuntar pessoas para conversar e procurar alternativas, discutir ações, descobrir soluções e aperfeiçoar idéias. Enfim, o que todos queremos é alcançar um patamar de consciência moral a fim de atingir um padrão de vida em consonância com a nossa dignidade.
Quanto ao ilustre cidadão, a bruteza selvagem de sua atitude apenas revela a medida exata de seu caráter.
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