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Publicado em 7 de outubro de 2016

Moradores protestam contra violência e pedem mais segurança em Guajará-Mirim

Boletins de Ocorrências apontam que índices de roubos aumentaram no município.
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Moradores do município de Guajará-Mirim/RO, fronteira com a Bolívia, realizou uma carreata em protesto nesta quinta-feira contra a violência. A carreata percorreu por diversas vias públicas do município e contou com uma expressiva participação da comunidade em geral.

 No início da noite da última quarta-feira (05) quando encontrava-se em sua residência, o professor e músico Márcio Paz Menacho foi vítima de latrocínio, o fato foi presenciado pela esposa e o filho de 12 anos. A ousadia dos ladrões tem sido constante, outros casos registrados na Delegacia de Polícia relatam roubos a mão arma e invasão a residência para subtraírem um veículo, causando pânico e desespero aos munícipes e principalmente para quem possui motocicleta. Como se não bastasse o número crescente de roubos de aparelhos celulares, onde criança e adolescentes são as maiores vítimas deste crime cometido sob a pressão de uma arma de fogo ou uma faca. Para dar um basta a violência, a Associação Comercial e Industrial de Guajará-Mirim tomou a frente o movimento que iniciou com concentração às 16h em frente à Praça dos Pioneiros/Museu Público. Centenas de pessoas atenderam ao chamado da Associação Comercial, empresas de grande porte no município como a MS Distribuidora cedeu caminhões e dispensou seus funcionários mais cedo para que os mesmos pudessem participar da carreta contra a violência. Pessoas em suas bicicletas também acompanharam o percurso que seguiu pelas imediações do bairro Serraria, local onde ocorria o velório de Márcio Menacho.

 A carreata foi conduzida por um grande número de motociclistas, seguindo de veículos pequenos e caminhões de empresas que aderiram ao movimento por um grito de socorro.
“O movimento visou provocar a atenção para esta região dos meios de segurança pública do Estado de Rondônia e do Governo Federal, para que possam dá qualidade e efetivo maior para a região de fronteira”, lembrou o empresário e membro da Associação Comercial, Cícero Noronha.
O expediente no período da tarde desta quinta-feira (06) no Fórum Nelson Hungria, em Guajará-Mirim, foi suspenso em “virtude de mobilização em protesto ao crime de latrocínio praticado contra importante membro daquela comunidade”, segundo informou a assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça.
Fonte: O MAMORÉ.






















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