Nova Mamoré

[Nova Mamoré][list]

Geral

[Geral][bsummary]

Últimas Notícias

[recentposts]

Outras Notícias

[randomposts]

Publicações Legais

[AP][twocolumns]
Navegação
Publicado em 14 de setembro de 2016

Após ser interditado pela Justiça, hospital começa receber reparos

Hospital Regional de Guajará foi interditado pelo TRT por condições precárias. Justiça realizou audiência no último dia 5 e deu 30 dias para adequações.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dentre os reparos feitos no Hospital Regional de Guajará-Mirim, estão os trabalhos de pintura.
Depois de ser interditado pela Justiça há cerca de três semanas, o Hospital Regional Perpétuo Socorro de Guajará-Mirim (RO), a 330 quilômetros de Porto Velho, começou a receber reparos na infraestrutura. A interdição ocorreu após uma inspeção do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que constatou as condições precárias do prédio. A administração da unidade recebeu determinação da Justiça para solucionar os problemas do local dentro do prazo de 30 dias.
O prazo foi estipulado em uma audiência realizada no último dia 5 de setembro. Além do Juiz Titular da Vara Regional do Trabalho, Carlos Antônio Chagas Júnior, participaram da reunião a promotoria pública, procuradoria do estado, Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), Ministério Público Federal (MPF) e o Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado, Paulo José do Nascimento Fabrício.
Os prefeitos de Guajará-Mirim e de Nova Mamoré também participaram do encontro, juntamente com os secretários municipais de saúde dos dois municípios. Na audiência, a Justiça discutiu os problemas da unidade e determinou que o estado nomeasse uma equipe para administrar o prédio, além de dar o prazo de um mês para que a Secretaria Municipal de Saúde (Semsau) faça os reparos necessários.

Interdição da unidade
A interdição aconteceu após uma inspeção do TRT, que constatou más condições na infraestrutura do prédio, falta de materiais hospitalares e péssimas condições de trabalho para os servidores. Na vistoria, os inspetores encontraram teias de aranhas, mofos nas paredes e no teto, pisos danificados, equipamentos enferrujados, produtos armazenados de maneira irregular, papelão tampando janelas e fezes de pombos e morcegos, além de outros problemas. 

Pacientes foram transferidos para hospital particular até que situação seja resolvida
Após o prédio ser interditado, a Justiça ordenou que os pacientes fossem transferidos para um hospital particular e que nem os salários e nem os empregos dos funcionários fossem prejudicados.
A decisão previa ainda que as transferências fossem feitas até o último dia 26 de agosto. Caso contrário, o município e estado receberiam multa diária de R$ 50 mil, além de pena do crime de responsabilidade pessoal e solidária dos agentes públicos.
 Dentre os reparos que já foram realizados no local, estão trabalhos de pintura das paredes, adequações nos banheiros e leitos, além de ter sido criado um espaço para a observação de crianças.

Hospital ganhou espaço para crianças em observação.
 A Secretaria Municipal de Saúde (Semsau) informou que após a audiência, a unidade começou a receber os reparos imediatamente e que a previsão é que até o término deste mês de setembro, todas as exigências sejam cumpridas. Mesmo com os trabalhos já realizados, segundo o órgão, a clínica médica ainda continua transferida para um hospital particular do município e a unidade continua sob a administração de uma diretoria provisória.
A Justiça determinou também que a Semsau, que funcionava no Hospital Regional, mudasse para outra unidade e desocupasse as salas. Com a mudança, a secretaria foi transferida para o prédio do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Ambiental (Nuvepa), no Bairro Serraria.

Fonte: G1.

Enviar

O Mamoré

Themelet provides the best in market today. We work hard to make the clean, modern and SEO friendly blogger templates.

Comentários: