Nova Mamoré

[Nova Mamoré][list]

Geral

[Geral][bsummary]

Últimas Notícias

[recentposts]

Outras Notícias

[randomposts]

Publicações Legais

[AP][twocolumns]
Navegação
Publicado em 5 de agosto de 2016

Quadrilha que fraudava licitações é alvo de operação, em Guajará-Mirim um mandado foi cumprido

PF cumpre 24 mandados em Porto Velho e Guajará-Mirim, em Rondônia. CGU descobriu grupo que fraudava licitações através de pregão eletrônico.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os mandados de busca e apreensão ocorreram nos estados.
Uma organização criminosa composta por empresários, contadores e administradores, suspeitos de fraude em licitações públicas federais através de pregão eletrônico, é alvo da operação 'Kamikaze II', da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU) nesta quinta-feira (4). De acordo com a PF, o grupo atuava em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Rondônia e Acre. A primeira fase da operação ocorreu em 2014 no Rio Grande do Sul e Mato Grosso.
Segundo a Polícia Federal, foram expedidos pela 5ª Vara da Justiça Federal de Mato Grosso oito mandados de condução coercitiva e 16 mandados de busca e apreensão nas cidades de Porto Velho (RO) e Guajará-Mirim (RO). Participaram da operação 45 policiais federais e cinco auditores da CGU. Inicialmente, conforme os policiais federais, não houve nenhum mandado de prisão.
Guajará-Mirim
No município de Guajará-Mirim, de acordo com a Polícia Federal um ponto comercial foi alvo do mandado de busca e apreensão, onde documentos da empresa foram apreendidos e encaminhados para Mato Groso.
Investigação
As investigações da Controladoria-Geral da União apontam que uma empresa prestadora de serviço sediada em Porto Velho (RO) participava de pregões eletrônicos através do Sistema COMPRASNET, através utilização de documentos inidôneos, tais como atestados de capacidade técnica, contratos de prestação de serviços e documentos contábeis, todos produzidos fraudulentamente para atender às exigências específicas dos editais de licitações que a empresa participava.
Entre os anos de 2014, 2015 e 2016, a empresa investigada participou de 78 pregões eletrônicos e acabou habilitada em 15 licitações. Desse total, a empresa venceu cinco licitações que totalizaram R$ 1,5 milhão.
Conforme a Polícia Federal, os investigados devem responder pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documentos falsos, estelionato qualificado, fraude a ato de procedimento licitatório e associação criminosa.
O nome da operação remete ao fato de empresas serem criadas para acabarem extintas em seguida. O fato lembra o episódio dos pilotos japoneses que jogavam os aviões contra navios norte-americanos provocando a própria morte, durante a Segunda Guerra Mundial.
Operação Kamikaze
A primeira fase da Operação Kamikaze ocorreu em julho de 2014 no Rio Grande do Sul e Mato Grosso para desarticular um grupo criminoso que atuava em todo Brasil participando de licitações públicas. Um empresário acusado de fraudar licitações e obter contratos públicos de prestação de serviços que ultrapassam R$ 40 milhões foi preso naquela ocasião.
Ainda na mesma operação, os policiais cumpriram três mandados de busca e apreensão na capital gaúcha.
Fonte: O MAMORÉ / MT Agora / G1 MT.

Enviar

O Mamoré

Themelet provides the best in market today. We work hard to make the clean, modern and SEO friendly blogger templates.

Comentários: