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Publicado em 3 de agosto de 2016

Gil carregou processos na garupa da bicicleta

Ainda adolescente foi chamado para receber e entregar documentos no cartório extrajudicial da comarca de Guajará-Mirim.
Ainda adolescente foi chamado para receber e entregar documentos no cartório extrajudicial da comarca de Guajará-Mirim. O ano era 1977. E a simpatia e presteza do jovem Egilberto Brito encheram de orgulho o pai Humberto, que era da Guarda Territorial, pois a primeira oportunidade se converteu num novo convite, desta vez para, já com 19 anos, ingressar como um dos primeiros servidores do Poder Judiciário na comarca.

Egilberto Brito.
 Tudo faltava no fórum naquela época. E em muitas ocasiões o técnico judiciário se via obrigado a colocar os processos na garupa da bicicleta e buscar apoio em outros órgãos públicos da cidade, em muitos casos para tirar cópias, valendo-se das pessoas conhecidas desde a infância. Trabalhou nas varas cível e criminal, no Juizado da Infância e foi oficial de justiça. Casado, pai de quatro filhos, avô e boa praça, Gil, como é conhecido pelos colegas, deixou a sua Guajará em 1998, vindo para Porto Velho. Além da saudade do pai, de quem herdou o bom humor, trouxe para a capital a vontade de aprender e a ajudar a Justiça a crescer.

Depois de uma breve passagem pelo setor de Execução Orçamentária do TJRO, há 15 anos trabalha na Comunicação Social, na produção de eventos, fazendo fotos e vídeos que ajudam a contar a história da Justiça. “Para quem faz o que gosta o trabalho é um prazer”, admite o jovem senhor que foi contratado em 1º de fevereiro de 1982, menos de um mês após a instalação do Tribunal de Justiça.

Quando fala da terra natal, além da comida da dona Luíza, a mãe de quem fala com carinho, Gil lembra de histórias como a negativa de um preso, que, ao ser libertado pelo juiz em audiência, recusou: - “não doutor, não quero sair, pois na cadeia eu tenho almoço e janta, na rua eu vou ter que trabalhar”.  Ele ri... enquanto conta alguma anedota em português ou em legítimo castelhano.

Gil, seu trabalho faz Justiça!

Fonte: seutrabalhofazjustiça.com
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