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Publicado em 10 de agosto de 2016

Coluna Almanaque - POLÍTICA, A FOGUEIRA DAS VAIDADES

Por Fábio Marques
 Por Fábio Marques
No bacanal das convenções dos partidos políticos que objetivam disputar o pleito eletivo de 2016 em Guajará-Mirim, aconteceu de tudo. Gente vestindo as casacas das mais diversas legendas, gente pegando carona em coligação contrária apenas para não ficar de fora da peleja, inimigos figadais aos braços e abraços, gente sem caráter que não se importa com as escarpas e arranhões da subida ao Poder.
Mas o que importa? Se o negócio compensa, todo esforço é válido. Nesta Sodoma e Gomorra, o que mais assombrou foi ter que assistir notórias figuras da política a distribuir tapinhas nas costas de grotescos e simplórios pernósticos que até então eram tratados pelos recém aliados, como bandidos, mafiosos e outros adjetivos não muito amigáveis.
Ora! Ser político é um baita negócio. Imagine não ter patrão, nem horário de trabalho, nem ter que assinar ponto e ainda receber um ótimo salário. Agora é preciso caprichar na falsidade. Desde os apertos de mãos até os aplausos. Afinal, a corrupção dos valores exige uma certa dosagem de demagogia explícita.
Uma vez cooptado ao aparato, começa-se a “trabalhar”. Balcões de negócios, barganhas de recursos, acordos obscuros, licitações viciadas, percentuais em forma de presentes de empresas que faturam com acertos, conchavos, mutretas. Rasgando a ética e o decoro do poder, as aves de rapina da política apenas se preocupam com as benesses da vida pública. Para estes sem-vergonhas, tudo isso faz parte da liturgia do cargo.
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Ocorre também que os partidos só indicam os políticos de carreira. Os cidadãos que não fazem parte do esquema não tem a mínima possibilidade de disputar um cargo eletivo. Embora possuam boas propostas, acabam sendo “fritados” pelos maiorais. Política deveria ser a arte de promover o bem estar para toda a população e não apenas o bem estar de alguns políticos e seus asseclas. É preciso encarar a política como devoção e não como profissão.
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O técnico em administração Douglas Dagoberto é candidato a vereador. Servidor efetivo da Câmara Municipal, nesta instituição exerceu cargo de Diretor Geral, Chefia de Gabinete e Diretor da Comissão de Licitação. Também trabalhou como diretor de patrimônio da Prefeitura Municipal. Hoje está buscando espaço num campo difícil de se fazer balanços: a alma do eleitor. Para isto, trabalha com a maior transparência possível. Político do diálogo, procura manter-se distante das intrigas que costumam aquecer a estação das eleições. Mas nem por isso se descuida dos eventuais percalços que ocorrem no campo de batalha da política. Com bom trânsito em quase todos os segmentos da população e todos os órgãos municipais, espera agora pela odisséia da campanha aberta, aquele momento em que os confrontos de idéias e os ataques pessoais costumam surpreender. Tem mérito.
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Li numa revista de ciências, matéria que aponta que indivíduo repleto de músculos pode até possuir mais força física, mas não vá pensando que possui mais saúde que os seres humanos normais. Pelo contrário,tem menos saúde e viverá menos que as pessoas normais. Segundo a matéria, a razão disso está na sobrecarga do coração do atleta para alimentar o excesso de todo o tecido que foi criado. O ser humano foi feito para ter músculos normais. A natureza jamais o faria hipertrofiado. Não faria, porque se o fizesse, iria contrariar a si mesma, isto é, a perpetuação da espécie.
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