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Publicado em 12 de julho de 2016

Guajará-Mirim: Laboratório de Fronteira em RO já realizou mais de 20 mil exames

Expectativa é que o número dobre até o final de 2016. Lafron existe há dez anos e é único no estado.
Mais de 20 mil exames já foram realizados em 2016; expectativa é que esse número dobre até o final do ano

Os pacientes de Guajará-Mirim (RO), a 330 quilômetros de Porto Velho, recebem atendimento gratuito para exames de média e alta complexidade, que são realizados no Laboratório de Fronteira (Lafron). Neste ano já foram feitos aproximadamente 20 mil exames, mas a expectativa é que até o final do ano o número chegue a 40 mil diagnósticos. A unidade é um anexo do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e está situada no Posto de Saúde Carlos Chagas, no Bairro Almirante Tamandaré.
De acordo com o Lafron, o serviço já existe no município há dez anos e é o único do estado. Os atendimentos são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes das zonas urbana e rural, além de atender também pacientes de Nova Mamoré (RO) e indígenas, em parceria com o Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei).

Laboratório da Fronteira atende pacientes pelo SUS
O laboratório conta com equipamentos automatizados e 21 profissionais, entre bioquímicos, biólogos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares administrativos. Em média são realizadas cerca de 30 coletas diárias e os resultados ficam prontos em um período de 15 a 20 dias.
O diretor geral do Lacen, Luiz Tagliani, informou que em 2015 foram realizados 25 mil atendimentos de média e alta complexidade no município e região. Neste ano já foram feitos aproximadamente 20 mil exames, mas a expectativa é que até o final do ano o número chegue a 40 mil diagnósticos.
"Realizamos exames oriundos da rede pública municipal. HIV, hepatites A, B, C e D, dengue, chikungunya e doença de chagas são alguns dos diagnósticos que são feitos aqui no Lafron", explicou Tagliani.
O diretor disse ainda que além dos exames de média e alta complexidade, o Lafron realiza a análise microbiológica da água dos rios e poços de residências, com objetivo de verificar a disponibilidade para consumo.
"Temos um termo de cooperação técnica com o Dsei, que forneceu os equipamentos para verificarmos se água que a população consome é potável. As amostras da água são coletadas e trazidas pelo Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Ambiental (Nuvepa). A importância dessas análises é monitorar a qualidade da água", finalizou.
Os atendimentos na unidade são realizados das 7h30 às 10h. Para que a coleta seja feita, o paciente deve levar o cartão do SUS, um documento oficial com foto e uma requisição médica com carimbo. A demanda de coletas é espontânea e não é necessário agendamento, bastando apenas que o paciente compareça na unidade no horário estabelecido.

Fonte: G1.


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