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Publicado em 20 de julho de 2016

Funcionamento de pontos de mototáxi trás mais comodidade, afirmam profissionais

O único empecilho enfrentado pelos profissionais são perseguições políticas, mas a incerteza de que a qualquer momento podem ser retirados do local incomodam no dia-a-dia.
Mototaxistas no novo ponto. A corrida custa hoje em R$ 7,00 e no período noturno R$ 8,00.
 Com a autorização dos serviços de mototáxi no município de Guajará-Mirim a cerca de mais de quatro anos, os profissionais há muito tempo aguardavam um melhor espaço para trabalhar e hoje comemoraram essa realidade, após as alterações na lei municipal. Segundo a reportagem apurou, exercem a função de mototaxista 121 pessoas.

A barraca, que é removível, está instalada diariamente alguns metros do Porto Oficial, onde trabalham cerca de 50 profissionais durante todo o dia.
  Os profissionais estão liberados para trabalhar com pontos a 100 metros do Porto Oficial e também 100 metros do Terminal Rodoviário, ao contrário do que ocorria anteriormente. 

Problemas no dia-a-dia
O ponto de mototáxi que existe na Avenida XV de Novembro, em um prédio é alugado e pago mensalmente pelos profissionais que ali trabalham. Desde o dia 20 de abril um novo ponto de moto táxi foi instalado nas proximidades do Porto Oficial. Segundo os profissionais, o antigo secretário municipal de Planejamento, Francisco Bartolomeu, instalou uma barraca na calça da Praça dos Pioneiros, ao lado da locomotiva, e até hoje eles permanecem pagando apenas a mensalidade da Associação de MotoTáxi Boto Rosa. “Para nós ficava muito caro pagar aluguel, ainda temos que pagamos uma taxa anual de R$ 140,00, e a partir de 2017 também pagaremos uma taxa pelo aluguel das placas ao Poder Executivo, é muito pesado, para quem ainda tem que gastar com combustível, manutenção da motocicleta e ainda manter nossas famílias”, salientou um moto táxi que trabalha no novo ponto.
Enquanto isso, também na rodoviária o ponto do moto táxi passou a existir na calçada no local, próximo ao ponto dos ônibus. Naquele local uma disputa por passageiros entre taxistas e motoxistas gerou alguns conflitos, mas que segundo a representação da Associação de Moto Táxi Boto Rosa, o problema já foi solucionado. 

Os profissionais durante a espera por passageiros.
 Cerca de 50 profissionais hoje permanecem no Porto Oficial, mas que também revezam no ponto de táxi do Terminal Rodoviário. De acordo com eles, manter o local limpo e zelar pelo patrimônio não tem sido problema, o único empecilho enfrentado pelos profissionais são perseguições políticas, mas a incerteza de que a qualquer momento podem ser retirados do local incomodam no dia-a-dia. A fossa que transborda ao redor da Praça dos Pioneiros é um problema antigo e que até hoje não foi solucionada, é uma questão também levantada pelos profissionais e pelas pessoas que ali transitam.
A secretária municipal de Fazenda, Aleide Pontes e bem como a responsável pela Coordenadoria Municipal de Transporte e Trânsito de Guajará-Mirim (Contram), Rosana Aguiar Furtado, não há nenhum tipo de perseguição contra os mototaxistas. A reportagem foi informada que a Contram na próxima segunda-feira (25) estará entregando mais 30 contratos aos mototaxistas, totalizando 109 profissionais autorizados pelo Poder Executivo, após terem passado pelos trâmites legais do processo licitatório para obter a licença do serviço. Mediante a ação, a Contram informa também que estará realizando o cadastro individual dos mototaxistas permissionários e os que trabalham como “viração”, terão o prazo de 15 dias para a entrega da documentação necessária e aqueles com problemas diferenciados serão notificados a estarem em dia com a papelada. Após o cadastro, num prazo de 30 dias a fiscalização será rigorosa para aqueles que não obtiverem autorização para exercer a função.

Ainda salientou a secretária Aleide Fernanes que em uma época atrás uma empresa de ônibus pretendia se instalar no município, mas um vereador ‘comprou’ a briga em favor dos motataxistas, alegando que vários pais de famílias poderiam ser prejudicados com a concorrência. “Não gosto de injustiças, porque agora é período eleitoral e existe umas conversas. Ninguém está sendo perseguido, o que existe é uma divergência entre dois profissionais mototaxistas e que eles não percebem, mas acabam afetando a classe. Nunca houve perseguição de autoridade A ou B, existiu sim um vereador lutando pelos interesses dos mototaxistas. Lamento esses boatos, estou com conversas do WhatsApp e medidas serão tomadas. E quanto a doação de 50 placas aos mesmos não passa de boatos, não existe isso! É preciso seguir a lei, cada profissional tem que estar apto para obter a licença”, retificou a secretária municipal Aleide.
Fonte: O MAMORÉ.
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