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Publicado em 7 de julho de 2016

Coluna Alamanaque - MÚSICA, CULTURA, DIVERSÃO E ARTE

Por Fábio Marques
Por Fábio Marques

Com o melhor da MPB e das baladas clássicas dos anos 70 e 80, assim teve início semana passada a Sexta Musical, antiga Música de Quinta. Como ocorre em toda época de férias já há alguns anos, o evento que se realiza em frente ao Museu Municipal, já se consagra como um daqueles que mais se aguardam nos conscientes inconscientes das pessoas que ainda entendem de música e diversão numa cidade tão carente de arte e projetos culturais voltados para o lazer e o entretenimento.
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Não se sabe se devido às normativas e proibições impostas pelo TRE para as eleições de 2016, mas vale registrar que nesta festiva noite não ocorreu – a despeito de outras épocas – as chamadas reverências e agrados para políticos de qualquer espécie. Sou contrário a arte e cultura patrocinada por fulanos e beltranos que corrompem o sistema, procuram destruir o senso crítico e a liberdade de opinião. Sou a favor da arte e cultura que liberta e não daquela que escraviza, da arte e cultura que vive e revive tanto nos botecos como nas rodas sociais, tanto nos barracos habitados pelas pessoas mais humildes como nos palácios. Cultura é arte, cultura é música, leitura, informação, teatro, cinema, culinária, danças típicas, avanço de conhecimento. Cultura também é cidadania.
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Notícia que ainda está ecoando pelo meio da plebe ignara foi a proposta demagoga por parte de um cidadão dotado de cargo político, de redução dos salários dos vereadores, quando da votação do projeto de reajuste (O que não significa aumento) dos subsídios de prefeito e edis. Na concepção deste escriba, a fixação dos salários estaria num bom patamar.
Ora, vereadores tem que ganhar bem, haja vista a relevância do cargo que ocupam e a responsabilidade que possuem perante a cidade e aos cidadãos. Assim como os juízes, o cidadão incumbido do cargo de vereança ainda tem que perceber bons proventos por parte do erário, até para que não sucumba às tentações da corrupção.
Ainda há que se considerar que junto a esta redução de salários dos edis, irão se agregar os encargos sociais, o galope da inflação que a cada dia achaca a todos, e as chamadas ajudinhas sociais (O famoso pede-pede), as quais nenhum parlamentar, seja de qualquer escalão, há de escapar.
No final da tabuada, não acaba sobrando nada para aquele que representa a população e seus anseios, uma vez que os “royalties” sobre seu empenho se dissolve nos vapores e fatores citados “a priori”. E o que resulta? Apenas a agonia e a depressão por estar pagando para trabalhar a defesa da população contra o descaso e a inoperância de prefeitura e secretarias.
Portanto, uma demagogia sem tamanho por parte do expoente da proposta aloprada de redução dos subsídios que, levado pela indução de uma caterva com interesse na jogada e no proveito da maciça presença de público no plenário no dia da votação, resolveu jogar para a galera. Quis sobressair-se como o “fodão”, enquanto na opinião de gente com trânsito no “metié” e até de alguns de seus pares na própria Câmara, mais pareceu um simplório beócio.
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