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Publicado em 12 de junho de 2016

Reforma de prédio da alfândega custa mais de R$ 300 mil em Guajará

Posto está desativado desde 2014, devido enchente que atingiu o município. Obra deve ser concluída em setembro, diz Receita Federal.
O término da obra está previsto para o mês de setembro.

O prédio da alfândega de Guajará-Mirim (RO), localizado no Porto Oficial do município, na fronteira com a Bolívia, a 330 quilômetros de Porto Velho, está sendo reformado pela Receita Federal. O posto de fiscalização está desativado desde 2014, época que as instalações ficaram parcialmente submersas na enchente histórica do Rio Mamoré. O término da obra, que custará mais de R$ 300 mil, está previsto para setembro, quando a alfândega deverá ser reativada.


O auditor e chefe substituto da Receita Federal, Paulo Giron, disse que a obra está em fase de reparos das paredes e estrutura interna. O próximo passo será a instalação da parte elétrica e vidros. Segundo ele, após a conclusão da reforma, o posto terá um scanner para intensificar os serviços de fiscalização.
 Os reparos começaram a ser feitos há cerca de um mês e a previsão é que sejam concluídos no início de setembro, de acordo com a Receita Federal. O valor da obra está estimado em aproximadamente R$ 360 mil, com recursos próprios do órgão.


"A importância desse prédio é justamente para aumentar o controle no trânsito de bens e mercadorias na área da fronteira. Aqui, será feita a fiscalização primária, pois o turista tem uma cota máxima de 300 dólares de isenção em compras. Porém, não pode trazer grandes volumes, que se caracterize como comércio, caso contrário pode perder todas as mercadorias", explicou Giron.


Sem a fiscalização da alfândega, os turistas, que vão até a Bolívia para fazer compras, têm que se apresentar na Receita Federal de forma espontânea, para declarar os produtos e efetuar o pagamento das cotas acima do permitido, mas geralmente isso não ocorre. Os contribuintes, que não realizarem a declaração, podem perder todos os produtos em fiscalizações secundárias na BR Engenheiro Isaac Bennesby ou em outros trechos fora do município.





Fotos: O MAMORÉ.
Fonte: G1.
 
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