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Publicado em 18 de junho de 2016

Professores de Guajará encerram protesto após acordo ser negociado

A categoria deu um prazo de três dias para que a Secretaria Municipal de Educação (Semed) voltasse atrás na decisão.
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Professores de Guajará-mirim protestavam contra o corte das gratificações.
 Os professores da rede municipal de ensino encerraram o protesto contra o corte de três gratificações e estão lecionando normalmente nas 11 escolas municipais de Guajará-Mirim (RO), a 330 quilômetros de Porto Velho. Na última terça-feira (14), os servidores paralisaram as atividades para protestar contra a suspensão dos bônus. A categoria deu um prazo de três dias para que a Secretaria Municipal de Educação (Semed) voltasse atrás na decisão.
O corte dos benefícios reduziria os salários dos servidores em aproximadamente R$ 500, o que gerou insatisfação. Ainda na terça-feira, foi realizada uma reunião entre a Semed e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (Sintero), na prefeitura municipal.
Segundo a Semed, o corte foi uma medida para contensão de gastos e ajustes da folha salarial, que não estava sendo paga em dia. Após a reunião, ambos chegaram a um acordo e o protesto encerrou pacificamente na manhã desta sexta-feira (17). Com a decisão, os professores voltaram a dar aulas normalmente, eliminando a possibilidade de uma greve geral no setor.
Ao Site , a chefe da Divisão de Ensino Pedagógico da Semed, Sheila Maria Oliveira, disse que durante a reunião, a secretaria e os servidores acordaram que as gratificações de formação continuada, incentivo ao magistério e de docência serão reintegradas aos salários. Em contrapartida, os professores assumiram o compromisso de lecionar para turmas em regime de jornada ampliada.
"A jornada ampliada é uma hora extra no período que o professor estiver fora da sala de aula. As gratificações serão devolvidas até o final de junho, com isso eles retornam ao trabalho normalmente. Os alunos não serão prejudicados no ano letivo, pois as aulas que foram perdidas serão repostas. Os atrasos vão continuar, pois estamos com dificuldades financeiras, devido a diminuição dos recursos que são disponibilizados pelo Governo Federal e que acabou prejudicando o repasso municipal', explicou a diretora.
Sheila ressaltou também que o documento que oficializou o acordo foi assinado pela Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), Semed, Sintero e um vereador, mas o prefeito Dúlcio Mendes se recusou a assinar.
"O prefeito não assinou, mas não tem nenhum problema e o acordo prevalece. A secretaria é uma gestão plena, ou seja, ela mesma gerencia esses recursos e não há qualquer impasse em relação a isso. Temos toda autonomia para tal", garantiu.

Fonte: G1.


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