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Publicado em 6 de junho de 2016

Perito cria sistema de identificação de digitais para ajudar cidades de RO

Analista quer popularizar sistema para ajudar peritos de pequenas cidades. Protótipo foi desenvolvido a partir de códigos e plataformas na Internet.
Perito criminal Clayton Santos.

A impressão digital de um suspeito seria uma das peças mais importantes para a elucidação de um crime, especialmente com uma ferramenta que apontasse a identidade do suspeito após a coleta da impressão digital. Foi a partir desse princípio que há dois anos o perito criminal Clayton Santos resolveu desenvolver um sistema de pesquisa de impressões digitais em Rondônia. A ideia não é nova, mas a causa é nobre: ele quer popularizar a tecnologia para ajudar peritos que atuam em cidades pequenas como Guajará-Mirim (RO), onde viveu por cinco anos.
O protótipo desenvolvido, premiado a nível estadual, foi inspirado em tecnologia desenvolvida pela polícia norte-americana. Ele recorreu a códigos, plataformas abertas na internet e trabalhos acadêmicos específicos para modificar o código posteriormente e programar uma solução do instituto de criminalística onde trabalha.


Após inserir uma base de 8.500 impressões digitais, Clayton partiu para os testes. Em uma simulação de crime, o analista coletou a própria impressão digital, tratou e colocou no sistema que apontou a identidade dele.
A proposta inicial é justamente o desenvolvimento da tecnologia, pois o sistema já existe em outras instituições. O próximo passo é conseguir o financiamento, apesar de Clayton  garantir ter recebido propostas de apoio de secretarias estaduais.
Segundo ele, o desenvolvimento do projeto vai possibilitar independência aos órgãos de polícia estadual que muitas vezes dependem de aplicativos caros ou serviços terceirizados para concluir um trabalho. "Hoje em dia a maioria das empresas que oferecem esse serviço são estrangeiras. Para determinadas realidades é difícil pagar alguns dólares para resolver uma situação de crime. É preciso mandar para outro instituto que provavelmente já está com uma carga de trabalho grande e não processa o volume de coletas em tempo eficiente", pondera.
O sistema tem dois tipos de operações básicas: verificação e identificação. A 'verificação' é basicamente o teste de 'um pra um', semelhante ao sistema de ponto eletrônico, explica o analista.
Já a identificação é o 'teste de um pra N'. Ela busca a identidade de uma pessoa no banco de dados com base em uma impressão digital.
"Parece simples, e realmente é. A proposta é essa: Oferecer uma alternativa de baixo custo e instalar em cidades pequenas que não deixam de ter alto índice de criminalidade, pois o grande anseio da sociedade é que o suspeito de um crime seja identificado e levado à Justiça imediatamente", explica.

Fonte: G1.
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