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Publicado em 25 de junho de 2016

Pacientes renais pedem ao governador Confúcio Moura Casa de Apoio em Porto Velho

Apesar do atendimento satisfatório, os renais ainda precisam de uma casa para acolher pacientes do interior do Estado que vem fazer cirurgias em Porto Velho.
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A população de Rondônia está satisfeita com a saúde do Estado. Rondônia é um dos pouquíssimos estados que não tem problemas financeiros graves como Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul onde a saúde está pela hora da morte. Muito pelo contrário. 
O transplante de rim é elogiado pelo presidente da ARRCT-RO (‎Associação Rondoniense de Renais Cr e Transplantados), Jonas Cavalcante. “A ARRCT-RO agradece ao Dr. Alessandro Prudente e equipe, além do governo de Rondônia pelos 33 procedimentos cirúrgicos em dois anos. Precisamos trabalhar para zerar a fila. Hoje temos mais 1.000 pacientes em tratamento dialético e 70 pacientes com o RGCT – registro geral da central de central de transplante, prontos para transplantarem. Faltam doadores e campanhas de doação em todo o estado”, diz o presidente da ARRCT-RO, Jonas.
Apesar do atendimento satisfatório, os renais ainda  precisam de uma casa para acolher pacientes do interior do Estado que vem fazer cirurgias em Porto Velho e que necessitam passar três meses na capital antes de começar os procedimentos cirúrgicos. “Fizemos tal solicitação pessoalmente ao governador Confúcio Moura e até hoje não tivemos resposta. Tal solicitação foi uma das pautas na Audiência Publica na Assembleia Legislativa no dia 9 de Março deste ano”, disse Jonas. O deputado estadual. Dr. Nedson enviou recente oficio a esta instituição ARRCT-RO,  informando que a prefeitura de Porto Velho não havia disponibilizado o terreno para a construção da Nossa Casa de Apoio. “Pedimos aos políticos do nosso Estado, que ao menos tente uma solução urgente”, roga Jonas.

Sobre transplante de rim
A cirurgia de transplante de rim não é um procedimento complicado. O cirurgião faz uma incisão na lateral do abdômen, insere o novo rim e prende as artérias, veias e uréteres (os rins naturais geralmente são deixados no lugar, pois a cirurgia para removê-los é delicada). O paciente vai para casa cerca de uma semana depois, com recomendações para não fazer esforço durante um mês ou mais.
Embora a maioria dos pacientes que fizeram transplante de rim siga uma vida razoavelmente normal, manter o novo órgão requer cuidados diários. O mais importante é evitar que o sistema imunológico rejeite o novo órgão. O corpo sabe que esse novo rim não faz parte de seu equipamento original. Então, o sistema imunológico tentará atacar o rim transplantado, assim como faz com qualquer outro corpo estranho no organismo.
Para prevenir esse fenômeno, os pacientes com transplantes devem tomar medicamentos anti-rejeição, ou imunossupressores, para o resto da vida. Existem várias categorias desses medicamentos e cada uma age de maneira diferente para ajudar a evitar que o corpo rejeite o novo órgão. Infelizmente, esses medicamentos normalmente têm alguns efeitos colaterais bastante ruins, como aumento da pressão arterial, ganho de peso, entre outros.
O mais preocupante é que o bloqueio da capacidade do corpo de montar defesa contra invasores suspeitos poderia ter consequencias indesejadas, como aumento do risco de infecções e o surgimento de certos cânceres. Entretanto, esses riscos ficam equilibrados pelos impressionantes índices de sucesso. Os índices de sobrevivência de pacientes que fizeram transplante de rim são de aproximadamente 90% em um ano e 80% após três anos. Cerca da metade de todos os rins transplantados ainda está funcionando perfeitamente uma década depois da cirurgia.

 Texto: Roberto Cupê.

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