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Publicado em 22 de junho de 2016

Após reclamação de pais, escola municipal recebe limpeza em Guajará

Prédio está desativado desde fevereiro e alunos foram remanejados. Reforma deve acontecer ainda este ano, diz Semed.
Pátio externo onde havia um matagal foi roçado
e limpo
 Depois da reclamação dos pais de alunos, uma força tarefa foi organizada há uma semana para fazer uma limpeza na Escola Municipal Jesus Perez, que está desativada desde o início do ano letivo, em Guajará-Mirim (RO), a 330 quilômetros de Porto Velho. Segundo a Secretaria Municipal de Educação (Semed), a instituição foi desativada devido as condições precárias do prédio, localizado no Bairro Santo Antônio.
Com a interdição ocorrida em fevereiro deste ano, cerca de 350 alunos, da educação infantil até o 5º ano do ensino fundamental, acabaram sendo remanejados para a Escola Municipal Almirante Tamandaré. Os 20 servidores lotados na instituição também foram remanejados.
Ainda segundo a Semed, a limpeza do matagal no terreno da escola e da sujeira nas instalações foi realizada por um grupo de oito zeladores do município, que trabalharam durante quatro dias, nos períodos da manhã e da tarde. Mesmo com a limpeza, as telhas quebradas não foram trocadas. A reforma do prédio vai custar R$ 27 mil.
A secretária municipal de educação, Rosely Furtado Roca, declarou que a limpeza foi apenas a primeira parte dos reparos, que devem ser iniciados ainda neste mês, com previsão de conclusão para 30 dias.
"Realizamos essa força tarefa para limpar os pátios interno e externo, do dia 9 ao dia 14. Nossa previsão é que os alunos retornem para a escola Jesus Perez após o recesso, que será do dia 18 ao dia 29 de julho. Quando a gente acabar essa obra, todos os estudantes e funcionários retornarão imediatamente para lá", justificou a secretária.
Para a vendedora Carmem Saraiva Lucino, de 36 anos, que é mãe de dois alunos de 5 e 7 anos, a limpeza foi uma coisa boa, porém não resolve o problema da escola.
"Sim, limpar o lugar foi um bom começo, mas a gente quer saber é da reforma. Vamos aguardar o prazo que a prefeitura deu para iniciar as obras, pois nós não estamos satisfeitos com essa situação. Meus dois filhos que moram aqui no bairro, tem que ir estudar em um local mais longe por conta do descaso das autoridades. Deixaram a situação chegar a esse ponto, o prédio está se acabando. Queremos a reforma, para ontem”, desabafou a mulher.
Já o marceneiro João Francisco da Silva, de 45 anos, pai de uma aluna do 5º ano do ensino fundamental, acredita que a escola ficou abandonada e já deveria ter sido reformada há bastante tempo.
 "Incrível como sempre a comunidade paga o pato. Mais uma vez nós é que somos prejudicados pelo descaso dos que deveriam fazer algo por nós. Mandar alguns servidores roçar o mato e dar uma varrida na escola não adianta, vamos ver se realmente essa reforma sai ou é conversa para boi dormir. Eu sinceramente quero acreditar que sim, que tudo vai dar certo, espero não estar errado", opinou o pai da aluna.

A Semed informou ainda que a ordem de serviço para o início das obras, deve ser liberada na próxima sexta-feira (24), pelo prefeito Dúlcio Mendes.



Fonte: G1.
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