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Publicado em 5 de maio de 2016

Polícia Federal deflagrou operações contra o tráfico de drogas e extração ilegal de pedras preciosas

A operação visa combater o tráfico internacional de drogas e a extração mineral ilegal de pedras preciosas em terras indígenas.
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A ação foi desenvolvida simultaneamente nos estados de Rondônia, Pará e Ceará, a primeira operação desencadeada pelo nome de “Alpargatas”, tendo o objetivo de combater o tráfico internacional de drogas, onde as drogas eram transportadas de Guayaramerin-Bolívia para os estados. Durante a investigação foi descoberto também o envolvimento de membros das organizações criminosas com a extração mineral ilegal de pedras preciosas em terras indígenas.
A operação Alpargatas ocorreu nos três estados tendo 140 policiais federais imbuídos, onde foram expedidos 83 mandados judiciais, tendo 44 de prisão preventiva, 33 de busca e apreensão e 6 conduções coercitivas, nos três Estados.
Na coletiva de imprensa, os delegados federais: Heliel Martins e Mateus Arcas destacaram a operação como uma ação ao tráfico internacional de drogas partia da cidade boliviana, Guayaramerin, até o Pará e nordeste do país. Segundo a PF, integrantes residentes em Ariquemes, Buritis e Porto Velho/RO se deslocavam até o município fronteira com a Bolívia, Guajará-Mirim, onde atravessavam para o lado boliviano, negociavam as drogas, seguiam para seu local de origem, enquanto isso as drogas eram transportadas por homens de nacionalidade boliviana, recebida geralmente por moradores do município de Guajará-Mirim que cuidavam de encaminhar as substâncias entorpecentes para os municípios rondonienses e este grupo funcionava como articuladores e intermediários para compradores dos estados do Norte (Pará) e Nordeste (Ceará). As investigações iniciaram em setembro 2014, ao longo desse período até o ano de 2016, de duas organizações criminosas fora apreendidos 131 kg de cocaína e prisão em flagrante de envolvidos, também a quantia de R$ 365 mil, em espécie, que seria levado para o país boliviano na aquisição de entorpecentes.

Prisões e apreensões em Guajará-Mirim
Em Guajará-Mirim, até o início da tarde desta quinta-feira (05), seis pessoas foram presas, sendo uma delas uma mulher. Três pessoas foram conduzidas (conduções coercitivas) ao prédio da Delegacia de Polícia Federal de Guajará-Mirim, após prestarem esclarecimentos foram liberadas. Três veículos e uma motocicleta foram apreendidos, além de uma arma de fogo e documentos. A reportagem do O Mamoré foi informada que entre essas seis pessoas presas haviam aquelas que participavam da organização criminosa usando sua conta bancária para receber pagamentos ilícitos que eram usados na compra de drogas.


A prática do crime de evasão de divisas e lavagem de dinheiro também foram apontadas pelo delegado Heliel Martins como fatos ocorridos pela organização criminosa. 
"Diante de documentos apreendidos, a investigação poderá ser concluída ou ter outros desdobramentos", informou o delegado Mateus Arcas.
As pessoas presas na Operação estão sendo encaminhadas para a Delegacia de Polícia Federal, em Guajará-Mirim, onde serão interrogadas e posteriormente entregues na Casa de Detenção Masculina. A mulher presa em Guajará-Mirim foi encaminhada ao Albergue Feminino do município.

Operação Olhos de Diamante
A Operação Olhos de Diamante foi deflagrada para investigar uma organização criminosa especializada na extração mineral ilegal de pedras preciosas em terras indígenas, na região do Rio Pacaás Novos, no município de Guajará-Mirimo/RO. Segundo as investigações, o garimpo ilegal era também financiado por traficantes de drogas. Os policiais federais deram cumprimento a mandados de prisão preventiva e a mandados de busca e apreensão, em desfavor dos envolvidos.

Ainda de acordo com a PF, durante as investigações identificaram a participação de garimpeiros e indígenas no esquema criminoso.
Também são investigados crimes ambientais em áreas de preservação e integrantes de quadrilha de tráfico internacional de drogas – também investigados no âmbito da Operação Alpargatas, deflagrada hoje pela PF, em Rondônia. Foi apurado que o grupo utilizava lucros obtidos no comércio de cocaína para financiar o garimpo ilegal.
 A Polícia Federal, em parceria com o IBAMA e Exército brasileiro, já havia realizado duas incursões aéreas em 2015, ao longo do leito do Rio Pacaás Novos, no intuito de combater o garimpo ilegal de pedras preciosas no local e prevenir outros crimes ambientais.

Fonte: O MAMORÉ.

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