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Publicado em 28 de maio de 2016

PJM Manaus denuncia soldado que atirou contra colega no Aeroporto de Guajará-Mirim

Procuradoria de Justiça Militar ofereceu denúncia contra um soldado da Aeronáutica.
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A Procuradoria de Justiça Militar em Manaus ofereceu denúncia contra um soldado da Aeronáutica, lotado no Aeroporto de Guajará-Mirim-RO, pela prática do crime de homicídio culposo, previsto no art. 206 do Código Penal Militar. O militar manuseava a arma no alojamento quando atirou contra outro soldado que veio a falecer.

José Maurício Figueiredo Neto, de 21 anos, morto com suposto tiro acidental.

O crime ocorreu em 28 de novembro de 2015, nas dependências do alojamento de soldados do Aeroporto, quando o denunciado manejava uma pistola Taurus PT-92, calibre 9 mm, semiautomática, a pretexto de ministrar instruções sobre a utilização do armamento. Além do denunciado e da vítima, outros dois soldados estavam no local.
De acordo com a denúncia, “em tom de brincadeira e descontração com os demais soldados que se encontravam no alojamento, o denunciado fazia sua demonstração retirando o carregador da pistola, dando golpes e efetuando disparos em seco”. Na sequência, o militar introduziu o carregador municiado na pistola, deu um golpe na arma, municiando-a, e efetuou um disparo que atingiu o lado esquerdo do peito do soldado que estava sentado no beliche à sua frente. Apesar do pronto atendimento, dos primeiros socorros ministrados por militares do Aeroporto, a vítima não resistiu ao ferimento e morreu.
Em seu depoimento, o denunciado confessou o crime, admitindo que manuseou a arma de fogo de forma desatenta. Ele acredita que recolocou o carregador municiado na arma de fogo sem perceber, vindo a carregar a arma e dispará-la. A pistola foi periciada e atestado seu perfeito funcionamento.
Para o MPM, ao manusear arma de fogo em local impróprio, de forma desatenta e sem observar as regras de segurança prescritas, o soldado agiu com negligência e imprudência, redundando no disparo que atingiu o soldado e ocasionou sua morte. Por essa razão, a PJM Manaus ofereceu a denúncia contra o militar como incurso nas penas do art. 206 do CPM, homicídio culposo.

O crime

De acordo com informações apuradas pelo jornal e site “O Mamoré”, na madrugada do sábado, 28 de novembro de 2015, um militar da aeronáutica teria sido atingido por um disparo de arma de fogo, disparado pelo próprio colega de farda.

Segundo fontes, o recruta José Maurício Figueiredo Neto, de 21 anos, encontrava-se nas dependências do Destaque Aéreo da Aeronáutica, localizado na Comara, área rural do município de Guajará-Mirim, momento que um outro militar manuseava uma arma de fogo, atingindo acidentalmente no coração do colega. Bombeiros estiveram no local do fato, realizaram os procedimentos de primeiros socorros, inclusive várias vezes tentaram reanimar a vítima, que já estava sem os sinais vitais,  a caminho do Pronto Atendimento do Hospital Regional.

A Polícia Militar esteve no local dos fatos, a perícia técnica da Polícia Civil também compareceu para realizar o trabalho de praxe.  O corpo de Figueiredo foi encaminhado ao necrotério do Hospital Regional, em Guajará-Mirim.

Fonte: Ministério Público da União (Militar) e O MAMORÉ.
 

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