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Publicado em 24 de maio de 2016

Dia nacional do café: bebida sente a crise, mas vendas não caem

O brasileiro não deixou de tomar café.
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Apesar do cenário político-econômico adverso no país, o brasileiro não deixou de tomar café. Empresários do setor comemoram neste Dia Nacional do Café os resultados obtidos no ano passado e têm a expectativa de bons negócios para este ano. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), estima-se que o consumo de café volte a crescer moderadamente em 2016, alcançando os 21 milhões de sacas no ano. No inverno, conforme dizem os empresários do setor, a tendência é de aumento em torno de 30% no consumo da bebida. Afirmam que não houve um aumento significativo e que o segmento sentiu os reflexos da crise também, porém, evitou-se a queda no consumo o que, para eles, é boa notícia.

A diversidade de produtos oferecidos, com maior qualidade, no Brasil, vem mudando o comportamento do brasileiro que não fica sem pelo menos uma xícara de café ao dia. A maior parte dos produtos são certificados pelo Programa de Qualidade do Café (PQC) da Abic. Em 2015, conforme dados da associação, as vendas do setor chegaram a R$ 7,4 bilhões. A diferença dos índices de variação entre matéria-prima e o produto final, segundo a Abic, evidencia que a indústria chegou ao final de 2015 com seus custos muito pressionados. Reajustes nos combustíveis, energia elétrica, gás, câmbio e mão de obra continuaram a pressionar os custos da indústria neste início de 2016.

O brasileiro não reduziu o consumo de café no ano passado, mesmo diante da crise. Segundo pesquisa da Abic com empresas associadas, feita no final de outubro, havia a expectativa para este ano de 51% das indústrias de que haverá um aumento do volume de vendas; 53% acreditam que os custos do café vão aumentar e pressionar os preços; 73% vão manter o quadro de funcionários; 50% não acreditam que a rentabilidade da empresa pode melhorar; 55% acham que haverá retração na economia; 39% entendem que a inflação será um grande desafio na administração dos negócios e 32% apontam o custo do grão como maior desafio para recuperar a rentabilidade.


Custo e consumo
Apesar do custo, grandes marcas regionais ou locais vêm investindo na qualidade do produto, buscando alternativas para o consumidor. Essas empresas têm sido as responsáveis pela melhoria da qualidade do café desde os produtos para o dia a dia, como o tradicional, forte e extraforte, até os cafés gourmet. Os cafés superiores, segundo a Abic, aparecem como alternativa para aqueles que desejam mais qualidade sem pagar preços muito elevados. Para fomentar o comércio do café, a Abic terá como foco de comunicação institucional neste ano os benefícios do café à saúde e o fato de a maioria dos produtos comercializados no Brasil ter o selo de pureza e qualidade da associação.

Outra pesquisa contratada pela Abic mostra um aumento da presença do café nos lares brasileiros. De acordo com a pesquisa da Euromonitor, mais de 80% dos lares pesquisados têm café. Entre os consumidores não afetados pela crise, 58% mantêm o consumo e a marca atual. Entre os consumidores afetados pela crise, 41% mantêm o consumo, mas migram para marcas mais baratas. A pesquisa projeta ainda um crescimento do consumo em volume, para 24 milhões de sacas em 2019. O consumidor fora do lar é o que mais procura por café de qualidade. A desaceleração econômica impactou esse consumo, que poderá se recuperar no segundo semestre de 2016. Café moído e cápsulas são os mais consumidos dentro do lar, sendo o café em pó representando 81% e as cápsulas 0,6%, em 2014, mas pode dobrar até 2019.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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