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Publicado em 20 de maio de 2016

Coluna Almanaque - A POLÍTICA COMO POLÍTICA

Por Fábio Marques .
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Por Fábio Marques
A frente de seu primeiro mandato na Câmara Municipal, o vereador Augustinho Figueiredo tem buscado trabalhar sua atuação parlamentar como um protetor e aliado das minorias sociais, ouvindo seus reclames e seus anseios, estando sempre ao lado do povo nos bons e maus momentos, nos dias alegres e nos dias tristes. Ocorre que o hoje eminente vereador encara a política não como uma disputa pela consciência das pessoas, mas sim como um trabalho em torno de valores e concepções acerca do que acontece no dia-a-dia da cidade.
Uma das tônicas constante em seus rasgados discursos no Plenário da Casa de leis é a “escandalosa incompetência da atual administração para tocar a coisa pública em todos os setores do Poder Executivo. É uma afronta a população a inoperância da prefeitura nos negócios públicos”, costuma desabafar em tom de revolta.
Ao contrário de outros calouros no negócio, Augustinho Figueiredo é “expert” em trabalhar os apetrechos da política a favor da população. Sabe vivenciar todos os seus meandros e conexões, e desta interação é que maneja jeitos e maneiras que propiciam à sociedade as precisas e urgentes melhorias.
Atuante, valente e às vezes polêmico, buscando sem destemor as repostas para os problemas que afligem a sofrida população de Guajará-Mirim, Augustinho Figueiredo está sempre a apontar e fiscalizar tudo quanto é tipo de desmandos que ocorrem na esfera pública.
E é falando às vezes de forma aguerrida ou até violenta, mas sempre com franqueza, que Augustinho Figueiredo tem passado à população uma imagem do político que se preocupa de verdade com os problemas da cidade e também a do cidadão consciente de sua responsabilidade como homem público.
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Paul Breitner, aguerrido meio-campista da seleção alemã nas copas de 1974, 1978 e 1982, havia cantado a pedra meses antes do Mundial de 2014, em memorável entrevista para o ESPN. Disse na ocasião que a maneira de jogar futebol do Brasil estava caindo ladeira abaixo e que o futebol jogado hoje é aquele que praticam os times da Europa, a quem os brazucas deveriam se espelhar.
Em minhas rodadas de cerveja, há muito tempo que propago a mesma filosofia do ex cracaço alemão: o futebol do Brasil está demodê, arcaico, um futebol mal jogado, da época da pedra lascada. Até que dia desses me falaram no boteco de minha predileção, que uma rara surpresa irrompeu no futebol paulista. Uma equipe sem estrelas e até então anônima, havia apostado na profecia do velho Breitner e ousara se espelhar na maneira de trabalhar a “pelota” dos times que a gente assiste na “Champeons League” esta época do ano. o Audax-Osasco.
É verdade. O Audax se apresentou no Paulistão de 2016 como sensação do torneio, jogando bonito e batendo maiorais como São Paulo e Corinthians, além de conseguir encantar os amantes do esporte bretão de todas as torcidas. Embora não tenha ganhado a final do torneio, o Audax vai ficar para a história como a equipe que se libertou do complexo de vira-latas e apostou no moderno.

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