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Publicado em 5 de maio de 2016

Coluna Almanaque - AOS FATOS E NÃO AOS FACTOIDES

Por Fábio Marques.
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Por Fábio Marques



A Carta Magna de 1988, em seu parágrafo quinto, define que é livre a expressão da atividade intelectual, artística e de comunicação. Mas aqui em nossa cidade, não se sabe por que cargas d’água, o radialista lá ou pseudo-jornalista sabujo da nossa desunida classe, prefere atender aos apelos do “circo de más intenções” e vez por outra permite que a nossa constituição seja tocada- como uma prostituta - para atender suas precisões do momento. Já houve casos de político anunciar pelos quatro cantos da cidade que jornalista aqui é que nem puta, pagou tá beleza. E às vezes eles até tem razão, porque existem rumores de casos de fulanos e beltranos que, para defender sua subsistência, também se veem obrigados a defender os interesses de uma canalha.
Também existem casos de pessoas que do alto de seus coturno e cargos públicos, quererem a todo custo engessar a notícia e cercear a informação e, por conseguinte, o jornalista que – segundo eles – extrapola ao relatar os fatos. É claro que todos os que atuamos na área sabemos que a lei precisa coibir os abusos da imprensa, mas por outro lado, se já existem punições previstas em lei, por que restringir ainda mais? 
Quem trabalha com imprensa tem que estar atento a tudo para não cometer tropeços e equívocos, tem que levar a notícia com a maior isenção possível, tem que informar sem máscaras e sempre embasado em fatos reais e não em achismos e factoides; mas também não pode deixar de ser crítico em relação a conchavos políticos, atos de corrupção em todos os níveis da coisa pública e prevaricação em órgãos afins. Caberá aos leitores saberem discernir informação de opinião, uma vez que a essência do jornalismo é a informação, mas o direito de ter e difundir opiniões não é característica exclusiva do jornalismo, mas abarca um campo muito mais vasto que é o da própria sociedade. E neste debate social, o jornalista adentra apenas como veiculo de condução dos reclames.
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Tem muita gente que me acusa de fazer uso dos sites da cidade para agredir pessoas. Mas é só uma questão de enfoque, pois para mim a agressão não se encontra em textos e palavras contra políticos que nada fazem. Para mim, agressão de verdade é o que está fazendo a Administração do Hospital Regional ao deixar doentes morrendo à míngua sem a atenção que precisam. Agressão é ter que assistir os recursos federais que poderiam estar servindo para a Saúde, Educação, encascalhamento, asfaltamento, drenagem das avenidas, estarem indo para o esgoto. Agressão é ver o caos instalado em diversas áreas do serviço público municipal, em particular na Saúde, ou vocês não estão vendo o que está ocorrendo no Hospital Regional e nos Postos de Saúde? Estão abertos, mas em estado de calamidade.
O problema é que aqui em Guajará-Mirim, o “correto” é todo mundo ficar quietinho, não protestar, não acusar, não espernear e nem reagir. Falando o português na lata: não fazer porra nenhuma. Parece piada, mas a coisa funciona assim em Guajará-Mirim.

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