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Publicado em 13 de abril de 2016

Motoristas relatam dificuldade em realizar exame toxicológico em RO

Não existem laboratórios credenciados em Guajará-Mirim e Nova Mamoré. Condutores precisam se deslocar até a capital para fazer exame, diz Ciretran.
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De acordo com a Ciretran de Guajará-Mirim,
existem 35 processos em andamento.
A dificuldade de realizar o exame toxicológico para adição de categorias ou renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em Guajará-Mirim e Nova Mamoré (RO), tem causado reclamação dos motoristas. De acordo com a 1ª Circunscrição Regional de Trânsito de Guajará-Mirim (1ª Ciretran), o exame custa cerca de R$ 400, e atualmente existem 35 processos em andamento para renovação da CNH no município.
A Resolução 583 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) obriga os motoristas das categorias C, D e E a fazerem o exame, que identifica a presença de substâncias tóxicas no organismo do condutor.
Em entrevista ao G1, o diretor da 1ª Ciretran, Lucivaldo Freire, disse que não existem laboratórios credenciados ou que tenham interesse para fazer o serviço na cidade. Conforme Lucivaldo A orientação aos condutores que tenham necessidade e urgência em regularizar as habilitações é fazer o exame em Porto Velho.
"A direção geral do Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran/RO) entrou na Justiça solicitando o cancelamento da obrigatoriedade do exame no estado, e estamos aguardando resposta. A orientação é fazer o exame em Porto Velho, porque aqui não tem como", explicou o servidor.

O caminhoneiro Gilmar Cunha, de 55 anos, acredita que muitos condutores não terão condições de arcar com as despesas do procedimento. "Tem gente que faz 'das tripas coração' para ganhar o pão de cada dia e agora tem mais essa preocupação na hora de renovar a CNH. Sinceramente, não sei o que vai ser de nós, porque agora vai complicar para todo mundo", disse.
Para o motorista Vivaldo Ramos, que exerce a profissão há dez anos, os condutores estão prejudicados com a resolução devido aos gastos quer irão ter para se deslocarem até a capital. "Esse valor do exame é alto, ainda tem a questão da viagem, estadia e alimentação, Tudo sai do nosso bolso. Não vejo necessidade de realizar esse exame, mas se tem que cumprir, então vamos fazer. A maior dificuldade nossa é que não temos como fazer esse exame aqui na cidade, então seremos prejudicados diretamente porque vai ficar mais caro", opinou o condutor.
Segundo a secretária e instrutora de uma autoescola do município, Luana Paiva, o número de alunos diminuiu devido à nova resolução. "Estamos com as aulas das categorias D e E paradas, porque não tem demanda de alunos. A obrigatoriedade do exame assustou os alunos, porque além dos gastos com a autoescola, ainda tem esse gasto extra. Esse preço é um absurdo, sem contar com a demora para ficar pronto. Nossa demanda diminuiu. Esperamos que essa medida seja cancelada", concluiu.

Fonte: G1.

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