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Publicado em 19 de abril de 2016

Manifesto pacífico: Família e amigos de vítimas assassinadas pedem justiça

Cerca de 100 pessoas, incluindo parentes e amigos, reuniram-se em um manifesto pacífico, caminharam pedindo por justiça e a captura de Tanus dos Santos, na tarde desta segunda-feira (18).
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Cerca de 100 pessoas, incluindo parentes e amigos, reuniram-se em um manifesto pacífico, caminharam pedindo por justiça e a captura de Tanus dos Santos, na tarde desta segunda-feira (18).
          

Com concentração em frente a residência no bairro Santa Luzia, de Francisca Almeida, mãe e avó das vítimas do bárbaro homicídio a quatro membros da mesma família, em uma caminhada pacífica familiares, amigos, alunos da escola estadual Capitão Godoy e a comunidade seguiram até o prédio da 1ª. Delegacia de Polícia Civil de Guajará-Mirim, exigindo a captura do foragido Tanus e que a Justiça seja feita. O trecho seguido pelos manifestantes partiu pela Duque de Caxias até a rotatória onde seguiram pela Avenida XV de Novembro até o prédio do Fórum Nelson Hungria, onde um grupo foi recebido pela magistrada Karina Miguel Sobral que garantiu o processo contra o acusado Tanus estar seguindo os trâmites legais da lei, alegando que a defesa está amparada pela lei, ao tardar o julgamento do acusado apontando insanidade. Ratificando que o processo está em andamento e tão logo ocorra o julgamento, conforme noticiou um participante do encontro.


As pessoas seguiram até o prédio da Promotoria e encerrando o manifesto.

Crime e prisão
Tanus é acusado de ser o autor das mortes de sua namorada Luciene Almeida Rodrigues, 28 anos, e dos filhos dela, Elissandro, de 16 anos e Renato, de 5 anos, e do seu amigo e irmão de sua namorada, Jokley Lima de Freitas, de 21 anos.
Tanus se entregou à Polícia Civil acompanhado de um advogado, dois dias após o crime. Populares tentaram invadir a Delegacia Regional de Polícia Civil de Guajará-Mirim para tentar linchar o suspeito que imediatamente foi conduzido para Penitenciária Estadual Edvan Mariano Rosendo, conhecida como Pandinha, localizada na Estrada da Penal, na zona rural de Porto Velho. Conseguindo Tanus e mais dois presos da mesma cela percorrem cerca de 30 metros até pularem o muro e fugirem. Até o momento ele não foi capturado.


Justiça
Participou do movimento Estelina Cunegundes, viúva do advogado Luís Menezes de Bezerra, assassinado quatros anos atrás.  Com um cartaz exigia também que a Justiça seja feita a aquelas pessoas envolvidas no assassinato do seu marido. “O inquérito policial não foi concluído, está ainda na Delegacia, nada mais foi feito para apurar. Eu e minha família também queremos que os culpados sejam presos”, enfatizou Estelina.



Fonte: O MAMORÉ.  




















































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