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Publicado em 8 de abril de 2016

Coluna Almanaque - À ESPERA DO MATINÊ

Por Fábio Marques
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Por Fábio Marques

Às vésperas de mais um aniversário de criação da cidade, Guajará-Mirim está passando pela sua maior crise cíclica jamais vivida. A cidade acumula problemas em todos os setores em que se possa imaginar. Não há boas notícias a ofertar a família, aos amigos, aos vizinhos, aos turistas. Refém do atraso político, Guajará é hoje apenas uma cidade perdida num passado glorioso nas lembranças das pessoas.
Guajará-Mirim em tempos antigos já exportou produtos agrícolas. Hoje os importa. Guajará possuía um comércio vibrante que abastecia toda a região do Beni na Bolívia, além das cidades e povoados que margeiam os Rios Mamoré e Guaporé. A pulsação do dínamo comercial desta época acabou num agudo enfarte após a maioria das fontes de consumo acharem outros atalhos para suprirem suas precisões.
Embora tenha havido outras ciclagens de impulso à alavanca comercial, tais como a época dos garimpos e da Zona de Livre Comércio, foi na fase do Eldorado da Castanha e da borracha que a cidade despontou como referencial de progresso. Todos tinham emprego. Todos tinham trabalho ou ocupação que lhes garantiam o sustento de suas famílias. De lá para cá, nunca mais a cidade se encontrou de maneira social e econômica.
Hoje em Guajará-Mirim é tamanha a crise de valores que se exige uma completa mudança de conceitos e modelos. É tamanha a magnitude do espectro que a sociedade atuante nos problemas da cidade conclama por variação nos formatos.
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A se confirmar a saída da Secretária de Fazenda Municipal, Aleide Fernandes, comenta-se na cidade que o prefeito Dúlcio Mendes está perdendo uma das melhores cabeças da atual administração. Por outro lado, as mesmas pessoas que lamentam a saída de Aleide, também especulam como suicídio politico do prefeito, a nomeação do secretário que, comentam, irá assumir a pasta e acumular secretarias gestoras de recursos e ajustes de receitas e despesas. Segundo os falatórios, o prefeito afunda de vez seu governo com tal nomeação. Relatam como exemplo os estragos e lambanças que ocorreram na Câmara quando este cidadão atuava na chefia de gabinete.
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Seguinte: as práticas contábeis do setor público, em sua maioria, tem como objetivo esconder as contas públicas, ou no mínimo sofisticar a sua leitura com a prática de linguagens técnicas cujo objetivo é tornar difícil a compreensão para leigos no assunto ou iletrados políticos. Na gestão anterior da Câmara, à época em que este cidadão atuava como chefia de gabinete, até hoje é motivo de conversa nos bate-papos de botecos, um regabofe bancado pela Casa de Leis para deputados do Estado que realizaram uma sessão itinerante na cidade. Ora, a Câmara não fabrica ou organiza receitas. À Câmara, é cabido apenas ordenar despesas. Despesas, entenda-se bem, da Câmara.
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Outro dia, o secretário de Obras e Serviços da prefeitura, Everaldo do PT, em entrevista à uma emissora de rádio, revelou que não vai mais se candidatar a prefeito pelo partido vermelho. Disse ainda que em vez disso, vai procurar um partido que esteja querendo formatar uma aliança com o PT para engatar um consórcio em vistas às eleições municipais de 2016. Pergunto: que partido hoje em sã consciência vai querer pactuar-se com o PT? É suicídio para qualquer partido aceitar o PT como aliado nesta disputa. O PT está acabado. O PT é um partido fúnebre. Queimação de filmagem.

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