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Publicado em 17 de março de 2016

Servidores da saúde continuarão em greve

Insatisfeitos com os salários atrasado e as condições de trabalho, os servidores da saúde e educação no município de Guajará-Mirim, continuam em greve.
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Insatisfeitos com os salários atrasado e as condições de trabalho, os servidores da saúde no município de Guajará-Mirim, durante Assembleia Geral optaram em continuar mantendo a greve.
Desde a última segunda-feira (14), os servidores cruzaram os braços para reivindicar pagamento do salário no mês trabalhado, material hospitalar para trabalhar no Hospital Regional Perpétuo Socorro e também uma alimentação decente. 


O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Saúde no Município de Guajará-Mirim (SINSAG), Francisco de Oliveira Tobias, conduziu a reunião que ocorreu em frente ao prédio do Hospital, onde a maioria decidiu em continuar em greve, funcionamento 30% do atendimento no HPS. De acordo com o prefeito Dúlcio Mendes e a secretária Municipal de Saúde, Sâmia Melgar, ficou acordado em reunião realizada na segunda-feira que os servidores receberiam o pagamento proveniente ao mês de fevereiro, de fato o pagamento foi efetuado na quarta-feira (16), mas de acordo com Tobias, a classe médica e outras categorias ainda não receberam. “O combinado é que o prefeito e a secretária colocariam em dia o pagamento de todos os servidores, mas não foi feito e garantiram que pagarão o restante quando chegar outro repasse do Governo Federal. Os servidores optaram em continuar a greve. Uma comissão composta de seis servidores, juntamente com representantes do Sinsag, estaremos reunidos com os responsáveis mais uma vez para negociar”, enfatizou o presidente Francisco Tobias.


O representante do Sindicato ainda foi enfático afirmar que os servidores e a população reclamam da falta de material e medicamento no hospital Regional. Ao jornal e site “O Mamoré” os servidores apontaram a falta de medicamentos, material para o atendimento de pacientes, material de limpeza sendo este o motivo da sujeira no banheiro e no prédio. “Se não bastasse a falta de condições de trabalho, ainda ofereceram segunda-feira (14) pra gente almoçar um marmitex com salada (alface e beterraba) e um pedaço de carne, sem arroz e feijão. A situação está insustentável. O descontentamento é geral”, desabafou a servidora bastante indignada com a falta de respeito do Poder Executivo para com a classe.
Conforme dados apurados pela reportagem do “O Mamoré”, no Hospital Regional em épocas atrás já foi ofertado café da manhã às 7hs, havendo durante o período da manhã um lanche, oferecido o almoço, posteriormente um lanche durante a tarde e encerrando com a janta aos pacientes, que também tinham o direito de tomar um mingau durante a noite. A comparação foi lembrada pelos servidores mais antigos, que lamentam hoje o paciente tomar café às 9h da manhã, sem direito a lanche, recebendo o almoço e uma sopa como janta.


Greve educação
O Poder Executivo e os servidores da educação não conseguiram entrar em acordo, e a greve no setor chega a trinta dias de paralisação. A comissão de negociação da classe, representada por sindicalistas e servidores, aderiram à campanha de diminuição de gastos e salários com prefeito, vice prefeito, vereadores, secretários e assessores, a fim de que recursos possam ser destinados para manter em dia o pagamento dos servidores, que até o momento não receberam o mês de fevereiro.
Fonte: O MAMORÉ.

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