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Publicado em 30 de março de 2016

Pacientes correm risco de morte por falta de ambulância em Guajará-Mirim

Segundo os familiares de paciente, a transferência para a capital não foi realizada porque a unidade não tem ambulâncias.
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Parentes denunciam que a falta de ambulância em Guajará-Mirim. O único veículo em condições de viagem está na oficina há mais de uma semana.

 “Quando minha mãe chegou aqui ainda falava, agora está em coma e ninguém faz nada”, diz a agricultura Maria Aparecida Máximo Diniz sobre o estado de saúde da mãe, Maria Lúcia Máximo Diniz, de 59 anos.

A paciente deu entrada no Pronto Socorro do Hospital Regional no sábado (26), em Guajará-Mirim (RO), a 330 quilômetros de Porto Velho. Segundo os familiares, a transferência para a capital não foi realizada porque a unidade não tem ambulâncias disponíveis para o transporte de pacientes.

Em entrevista ao G1 na manhã desta terça-feira (29), a filha da paciente contou que a Dona Maria Lúcia sofreu o AVC no último dia 13 e desde então o quadro clínico piorou. No sábado (26), Maria sofreu um novo AVC e foi encaminhada novamente ao Pronto Socorro do Hospital Regional.

“Disse ao médico que ela não estava bem, ele me mandou levar de volta para casa e dar os remédios, que ela ia melhorar. A gente implorou para ela ser encaminhada para Porto Velho, mas ele disse que não tinha necessidade. No sábado ela ainda estava falando, mas agora está totalmente paralisada. Disseram que ia mandar ela de ambulância, mas depois recebemos a notícia que tinha quebrado. É um absurdo, ver nosso familiar assim e não poder fazer nada. E ninguém faz nada nessa cidade”, desabafou a mulher.

A agricultora Maria Aparecida se desespera e chora ao ver o estado de saúde da mãe que teve um AVC e está em coma aguardando uma ambulância para ser transferida para Porto Velho.

 A família aguarda a chegada de uma aeronave com Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para realizar o transporte da paciente. “O avião ia vim para buscá-la e até agora nada. Ela está em coma, estamos desesperados, se tivessem encaminhado ela logo, tenho certeza que poderia estar melhor”, finalizou.

Outras ambulâncias estão paradas no pátio do Hospital Regional há meses e os pacientes em estado crítico que necessitam de transporte estão aguardando a disponibilidade de veículos. Segundo a direção do Hospital Regional Perpétuo Socorro, apenas uma ambulância está disponível para transportar pacientes até a capital, mas o veículo quebrou e está numa oficina desde o início da semana.

Por telefone, o Prefeito Dúlcio Mendes informou estar ciente do caso, mas está aguardando o posicionamento da Secretaria Municipal de Saúde (Semsau). Até o fechamento desta reportagem,  dona Maria Lúcia continuava aguardando a transferência para Porto Velho.

 

Fonte: G1/RO.

 

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