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Publicado em 3 de março de 2016

Curso de pintura imobiliária motiva reeducandas de Guajará-Mirim à ressocialização

Dez mulheres foram capacitadas para pintura de obras imobiliárias e vivem em busca de novas perspectivas de vida.
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Parceria com Senai reforça objetivo da ressocialização
Parceria com Senai reforça objetivo da ressocialização

“É possível sim se ressocializar na sociedade, por isso os cursos é importante pra nós se profissionalizar”, foi o que falaram as reeducandas da Casa de Prisão Albergue Feminino de Guajará-Mirim, em uma carta enviada à direção da unidade prisional. Dez mulheres foram capacitadas para pintura de obras imobiliárias e vivem em busca de novas perspectivas de vida. O projeto de reinserção da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) faz parte de uma parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
O curso com qualificação profissional ofereceu carga horária de 180 horas e proporcionou às apenadas conhecimento e prática em analisar e preparar superfícies internas e externas de edificações a serem pintadas, seguindo as normas técnicas de qualidade, saúde, higiene e segurança. Para as aulas práticas, as alunas utilizaram equipamentos de segurança para pinturas em altura elevada e material de proteção, como óculos, luva e máscara.

Apenadas receberam bolsa do Pronatec e remissão de penas
Apenadas receberam bolsa do Pronatec e remissão de penas

 As reeducandas executaram serviços de pintura nas paredes e celas da unidade e receberam o certificado de conclusão do curso, um cheque no valor de R$ 360,00 fornecido pelo Pronatec, bolsa formação do Governo Federal, além da remissão de penas.
Para a diretora Franciele Chaves dos Santos, as parcerias reforçam o objetivo da ressocialização, motivando a apenada a conquistar um trabalho e continuar se capacitando após o período presa, sendo assim reinserida à sociedade, com qualificação. “Até o comportamento delas melhoraram dentro da unidade, têm medo de perder o curso, pois além de remir penas, passam o tempo e ganham não só a bolsa, mas o aprendizado e profissionalização”, destacou a diretora.
Em carta, duas reeducandas escreveram sobre a oportunidade dada a elas, que acreditam na reinserção à sociedade, com o cumprimento de suas penas. “Abrangeu vários fatores da nossa vida. Pois o que foi aplicado na teoria e na prática está gravado na mente de cada aluna… Esse curso abriu a nossa mente, em todos os sentidos, foi muito importante para nós, porque é possível sim se ressocializar na sociedade, por isso o curso é importante pra nós se profissionalizar, aprender e ter a oportunidade de viver na sociedade e diminuir a nossa pena para sairmos rápido”, declararam Clelciany e Thais.

Carta escrita por duas reeducandas da Penitenciária de Guajará-Mirim
Carta escrita por duas reeducandas da Penitenciária de Guajará-Mirim


Fonte: Decom/ Governo de RO.

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