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Publicado em 18 de março de 2016

Coluna Almanaque - A IMPRENSA DIGITAL DE FRONTEIRA

Por Fábio Marques
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Por Fábio Marques

Pressupõe-se que um bom jornalismo é aquele que procura a verdade o tempo todo. Hoje em Guajará-Mirim, afora os sites O Mamoré, Portal Guajará, Guajará Notícias e Estação News, que produzem suas próprias notícias, o restante (E vão me desculpar), não passam de arremedos de si mesmos. Estão muito distantes da obsessão pela procura da verdade ou ao menos da apuração dos fatos com o objetivo de informar melhor o seu público.
O somatório desta má-formação atuante contribui não somente para a ampliação da ignorância popular como para a subtração da confiança dos leitores. Portanto, quando se falar em Imprensa de Guajará-Mirim, é preciso saber qual Imprensa. A da responsabilidade no trato com as notícias ou a da maquiagem dos fatos.
tirante a origem das notícias e a distorção dos fatos, é obrigação da Imprensa não só produzir matérias políticas ou das mais variadas tendências de interesses da população, mas também criticar, discutir, polemizar e avaliar a atuação tanto de políticos como de todo o segmento societário. O jornalista tem direito sim, de apontar distorções e atos falhos de fulanos, sicranos e beltranos que encontram-se ligados aquilo que é público. E tudo aquilo que é público tem por obrigação ser notório.
Há exatos quinze anos que escrevo artigos e matérias para os jornais da cidade. Nunca tive qualquer expectativa de sucesso através do material passado para a imprensa de fronteira. No início, confesso, o objetivo era fazer da Coluna um palco de debates, um fórum de discussões, enfim, um canal de desabafo e protesto onde todos pudessem extravasar seus queixumes a favor ou ao contrário minhas opiniões. Hoje me deparo com gente pedindo a proibição de meus artigos nos sites de Guajará-Mirim. A crítica aos meus garranchos, acho mais que natural e respeito. Quanto à proibição, o que eles estão pedindo é nada mais nada menos que a chamada censura.
Sim! Censura às ideias e opiniões com as quais não concordam. Nada mais contrário ao Estado de Direito que tal atitude.
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É fato lamentável ver nosso Hospital Regional cheio de pacientes sem que haja médicos para socorrê-los. Os senhores médicos não podem castigar as pessoas por causa da má gerência do sistema de Saúde ou de irregularidades que a prefeitura não resolve. Os doentes precisam de vocês. Quando os senhores se formaram em medicina, juraram lealdade em relação a salvar a vida das pessoas, portanto não podem por tudo a perder. Sejam éticos. Ajudem os enfermos.
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Vem crescendo na cidade o número de veículos pesados que dividem as avenidas quase em igual proporção com os automóveis e motociclistas. O maior tráfego de caminhões está relacionado com o substancial comércio de entreposto. O problema é que as empresas que faturam com as vantagens deste “Paraíso Fiscal” não ofertam nada em contraparte aos estragos que provocam seus caminhões nas ruas e avenidas da cidade. Uma saída que teria boa aceitação por parte da população que hoje vem sofrendo com o transtorno que é transitar pelas vias púbicas da cidade, seria a cobrança de pedágio para estes veículos na entrada da cidade com o objetivo de melhorar o estado de penúria das avenidas.
Apoio: CHURRASCARIA E HOTEL QUINZÃO.
           LABORATÓRIO LADEN.

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