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Publicado em 16 de fevereiro de 2016

Coluna Almanaque - À MERCÊ DE GERMES E BACTÉRIAS

Coluna Almanaque - À MERCÊ DE GERMES E BACTÉRIAS - Por Fábio Marques.
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Por Fábio Marques

Até hoje as pessoas ainda lembram de um fato bastante comentado na cidade, quando pelo menos 20 pessoas foram parar no hospital com sintomas de infecção intestinal por haverem comido galinha caipira numa banca de comidas típicas da região. Laudos médicos da época acusaram a presença da bactéria “estafilococus áureos” que teria deteriorado o produto. Mas como ninguém prestou queixa, a coisa ficou por isso mesmo. Também é por demais comum as pessoas que frequentam a feira livre comprarem alimentos como pão, farinha de tapioca, farinha comum, arroz, feijão e verduras com elementos estranhos e até insetos em seu conteúdo.
É preciso que a prefeitura, através do setor de fiscalização da vigilância sanitária, faça uma intervenção em algumas empresas que fornecem produto embalados, comércio de bebidas e alimentos sólidos, restaurantes, lanchonetes, churrasquinhos de beira de calçadas, açougues e quiosques de vendas de pescados a fim de inspecionar os produtos comestíveis e bebíveis e autuar todo aquele que não estiver conforme as mínimas normas de higiene.
Esta simples medida cautelar já bastaria para nos livrar de futuras diarreias, vômitos e mal estar causados pela intoxicação alimentar.
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De tempos em tempos aparecem denúncias nos noticiosos da cidade dando conta de que alguns comerciantes inescrupulosos estariam vendendo produtos avariados ou em mal estado e até com prazo de validade vencido ou ainda cujo peso não confere com a exata medida no fiel da balança. Estes delitos lideram um ranking de graves atentados tanto à saúde quanto ao bolso do cidadão comum.

Sei que não faz parte de nossa cultura se aglomerar nas ruas e ficar exigindo nossos direitos. Talvez seja por isso que os nossos políticos aproveitam a oportunidade e deixam “o barco ir correndo” até que todos se esqueçam.
Somos um povo pobre no que diz respeito ao espírito aguerrido que muitas vezes vemos incorporados a outras populações do nosso Estado quando defendem sua cidadania. Temos que voltar nossas atenções mais para o coletivo, para as precisões do povo de verdade, dando escolas de qualidade, saúde eficiente e serviços urbanos que se vejam, sem depender de esmolas e demagogias que, na verdade são mais politiqueiras e paliativas do que ações e atitudes concretas.
Ano após anos são sempre ditas as mesmas palavras, mas a coisa sempre continua na mesma. Já passou da hora de reagir. Já passou de da hora de pensarmos de verdade no futuro da cidade. Pensem no que vamos deixar de herança para nossos filhos, sobrinhos, netos e bisnetos. Está na hora de tirar o traseiro da cadeira e mostrar que a nossa Cidade Pérola não é formada por covardes, tacanhos, mesquinhos, pessoas acomodadas e muitos traquinos. Está sim, na hora de mostrar que Guajará-Mirim tem sim, pessoas trabalhadoras, honestas, capazes, inteligentes e com uma formação de caráter voltada para a probidade. Chega de estarmos sofrendo com o descaso publico, com o desmazelo e com os desmandos oficiais.
É chegada a hora de dar um basta a tudo isto. É preciso cuidar de nós, dos nossos filhos, da nossa casa, do nosso bairro e da nossa cidade. É preciso ainda cuidar do nosso vizinho ajudando-o a limpar as lágrimas e recebendo dele a ajuda necessária para sacudir a poeira e dar a volta por cima.
 Apoio: Churrascaria e Hotel Quinzão.
             Laboratório Laden.

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