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Publicado em 29 de janeiro de 2016

Novo prédio do SAE também atenderá pacientes da Bolívia em Guajará

Serviço tem investimentos do Ministério da Saúde e iniciou no último dia 12. Unidade fará testes rápidos de hepatites B e C, HIV e sífilis, na região.
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Após a reforma o prédio do SAE terá oito salas e os atendimentos devem começar ainda no primeiro semestre. (Foto: Junior Freitas/G1) 
Após a reforma o prédio do SAE terá oito salas e os atendimentos devem começar ainda no primeiro semestre.

A reforma do prédio que vai fornecer o Serviço de Atendimento Especializado (SAE) começou no dia 12 janeiro e deve ser concluída em até 120 dias, na cidade de Guajará-Mirim (RO), a 330 quilômetros de Porto Velho.
A obra tem investimentos do Ministério da Saúde e vai custar aproximadamente R$ 288 mil, além de R$ 93 mil em equipamentos e mobília. A unidade será ao lado do Hospital Regional e vai realizar testes rápidos de hepatites virais B e C, HIV, sífilis e atendimento aos pacientes diagnosticados como portadores.
Segundo a responsável pelo programa no município, Maria Isabel Araújo, a licitação está em trâmite. Os pacientes irão receber o Serviço de Atendimento Especializado (SAE), através do Plano de Ação e Meta Hepatites Virais (PAM). Após ser totalmente reformado, o prédio vai ter oito salas e os atendimentos devem começar ainda no primeiro semestre.
"Nosso SAE é de fronteira e iremos atender pacientes indígenas, bolivianos, não indígenas e de Nova Mamoré (RO). A pessoa faz o teste rápido e caso dê positivo, já começa o atendimento imediatamente. Teremos nutricionista, psicólogo, assistente social, enfermeiros e médicos. Inclusive ganhamos um carro oficial para fazer a busca e acompanhamento para atender a demanda de pacientes. Esse atendimento acontece aqui no município desde 2002", explicou a servidora.
Isabel ressaltou também que enquanto o prédio está em reforma, os testes rápidos estão sendo realizados em todas as unidades de saúde do município e dura de dez a 15 minutos. O paciente precisa levar o RG e o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS), mas se caso a pessoa não tiver a documentação, o teste poderá ser feito sem problemas.
"A maior incidência dos casos é de hepatite B nas comunidades indígenas. Temos 180 índios portadores de hepatite B e C, 75 não indígenas e ainda 80 casos de HIV, sendo 19 gestantes, um número alto para o município. O SAE ganhou recursos do Ministério da Saúde por estar numa área de fronteira e pela quantidade de índios na região", finalizou.
Enquanto a nova unidade não fica pronta, os atendimentos aos pacientes com casos confirmados atualmente estão sendo feitos no Centro de Atenção Psicossocial (Caps), na Avenida Duque de Caxias, no Bairro 10 de Abril.
Ao G1, uma funcionária pública, que prefere não se identificar, acha que a comunidade será beneficiada com a reforma e que o Poder Público precisa acompanhar de perto o tratamento dos pacientes, realizando campanhas de orientação para que o número de soros positivos não aumentem.
"É necessário. A saúde precisa de recursos que auxiliem os profissionais para que nós tenhamos um bom atendimento e segurança em relação ao controle dessas doenças", comentou.

Fonte: G1.

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