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Publicado em 17 de janeiro de 2016

Coluna Almanaque - O INFERNO SÃO OS OUTROS

Coluna Almanaque - O INFERNO SÃO OS OUTROS
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Por Fábio Marques
Numa cidade como a nossa, marcada pela intimidação política, como diz meu grande amigo Sérgio Ribeiro,

não basta apenas ser honesto, é preciso alardear e confirmar o tempo todo essa honestidade de princípios, propósitos e práticas. O grande paradoxo é que as pessoas, por terem personalidade, bom caráter e lutarem por seus ideais, muitas vezes, por causa da política canalha de interesses promíscuos, são traídos, “julgados” e condenados de forma torpe e cruel; depois são esquartejados e expostos em praças públicas para que não sejam seguidos e sirvam de exemplo.
Sempre fui um cara de vanguarda, um cara que se fez conhecer nos sites e jornais da cidade pelo manejo da caneta, ou seja, pela palavra escrita, e maioria das vezes descendo o sarrafo nos atos nocivos de administrações e governos que se passaram. Por causa disso já fui tachado de anarquista, comunista y otras cositas más por alguns chegados. Durante algum tempo tive que aguentar comentários do tipo: “Comunista, mas metido a bon-vivant, gosta de um bom uísque, de uma boa comida...”. Esses imbecis queriam que eu, além de pobre, fudido, fazendo das tripas coração para pagar minhas contas, ainda deveria me punir tomando Sessenta e Um. Hoje não posso, mas quando pude já comprei e degustei de várias “botellas” de Old Parr e Buchanans, da mesma forma como já fui para a cama com donzelas e madames que nunca foram pro meu bico. Esses prazeres, por ironia, também acontecem com pseudo-jornalistas pobres.
Até confesso que se não me achasse com energia para dizer minha modesta opinião me opondo a uma canalha política que hoje se oferece para o público eleitor e que, parece ter a simpatia de alguns amigos, eu ficaria calado. Mas na verdade se faz preciso que se use essa energia para resistir a esta corrente de opinião obtusa e ficar à parte deles – lógico que fazendo os últimos esforços para arrancar a viseira que os impede de enxergar outros ângulos e indicar o atalho das coisas legais.
Mais um ano eleitoral se inicia e pouco a pouco estamos vendo aparecer os notórios membros desta canalha que reúne os mais traquinos marginais que, por freqüentarem nossos bares, nossos restaurantes, nossas praças e em muitos casos, até nossas casas, se disfarçam como baratas sub-reptícias. Já dizia um poeta que no seu íntimo e entre amigos o canalha é um bom sujeito, muitas vezes até bom pai e quem sabe, bom marido e contador das melhores piadas.
Resumo da ópera: os canalhas, tenham o cargo ou dinheiro que tiverem são apenas canalhas. É difícil excluí-los dos partidos e dos processos políticos porque sabem dissimular muito bem. São sonsos capazes de aplaudir os sem-vergonhas e de saudar as pessoas de bem com a mesma cara-de-pau. Em suma: homens honrados são homens honrados, identifiquem-se dentro da doutrina que quiserem. E patifes são patifes, façam o discurso que fizerem.
Quanto ao restante, ficará por conta da consciência de todos os cidadãos cujas obrigações e deveres para com suas famílias e para com a cidade exigem um mínimo de respeito por parte dos políticos e da política para com a sociedade.

Apoio: Churrascaria e Hotel Quinzão
            Laboratório Laden

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